A alopecia areata, considerada uma doença autoimune, dentre tantas no mundo moderno. É caracterizada por perda de cabelo ou de pelos em áreas arredondadas ou ovais do couro cabeludo ou de outras partes do corpo. A alopecia acomete em torno de 2% da população, podem ocorrer em homens, mulheres e crianças, e a área afetada pode aumentar caso não tratada.
Para quem tem a alopecia areata, é muito desagradável, pois muitas vezes pode parecer com os efeitos colaterais da quimeoterapia.
Podem ser de origem genética, sendo em torno de 20% dos indivíduos na família e imunológica, pois há uma grande concentração de linfócitos T ao redor dos folículos pilosos na área afetada, ocasionando uma inflamação e fazendo os cabelos caírem rapidamente. O pico de incidência desta alopecia ocorrem dos 15 aos 29 anos.
As causam ainda são desconhecidas, mas sabemos que tem fatores emocionais que podem estar envolvidos.
Normalmente a alopecia é tratada com corticoides, que por sua vez podem ter efeitos colaterais indesejáveis.
A terapia capilar pode ser uma forma mais natural de trata la, com uso da aromaterapia, laserterapia e fatores de crescimento.
Uma dica é que os pais sempre estejam atentos com os cabelos de seus filhos e qualquer queda anormal é procurar um profissional qualificado.
Fernanda Pacheco Francisco
Terapeuta Capilar – Saúde Quântica – Micropigmentadora Capilar
Contato : 99992.8655
Galeria Brasil sl 27 – Centro - Araranguá
O tratamento inclui uma variedade de diferentes cremes e loções aplicadas no couro cabeludo, como cortocosteroides tópicos ou orais, minoxidil e algumas terapias a base de luz. Alguns tratamentos de pele podem ter efeitos colaterais desagradáveis como coceira ou pelos crescendo em áreas do corpo distantes do local onde o creme foi aplicado. Esteroides orais podem causar sérios efeitos colaterais. Além disso, não há garantia de que qualquer pelo que cresceu durante o tratamento persista após o término deste.