Você já deve ter ouvido falar em jejum intermitente
Mas, afinal, como ele funciona? Para que serve? É mais uma dieta da moda? Não.
Segundo a ginecologista e obstetra, pós-graduada em Nutrologia e membro do The Institute for Functional Medicine (IFM), Bruna Pitaluga Peret Ottani, trata-se de um estilo de vida.
“É um estilo de vida e uma das formas mais eficazes para a perda de peso”, afirma.
O protocolo mais usado é o do LeanGains, 16 horas de jejum, onde uma pessoa come por um determinado período do dia.
Para homens, o jejum é de dezesseis horas e a janela de alimentação de oito horas.
A grande maioria das pessoas se adapta melhor quando pula o café da manhã e come a primeira refeição no almoço. Por exemplo, uma mulher come a última refeição às 20:00h e dorme.
No dia seguinte, ela deve comer a sua primeira refeição às 12h00. Muitas culturas e religiões usam o jejum. Durante datas festivas e religiosas, jejuar é utilizado como forma de clareza da mente, inclusive. Portanto, não se trata de uma prática nova ou dieta da moda.
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Os nossos antepassados não sentavam à mesa e comiam como nós, simplesmente, porque a oferta de alimentos era escassa. Eles acordavam de manhã e saiam das cavernas para caçar em jejum.
Logo, jejuar é mais comum para o nosso corpo do que comer uma refeição de três em três horas.
O jejum intermitente é uma das formas mais eficazes para perda de peso. Durante o jejum, o metabolismo libera hormônios que queimam calorias, principalmente da gordura abdominal, e que mantém músculos.
A insulina, o hormônio relacionado com a glicose, se estabiliza, o que, não só melhora o metabolismo de carboidratos, mas também reduz o apetite e vontade de comer doce. Faz o cérebro funcionar melhor e ajuda no tratamento de pessoas com resistência à insulina e pré-diabetes.
A atividade física associada ao jejum potencializa
Os efeitos metabólicos do jejum melhorando ainda mais os resultados. Existe um período de adaptação que a pessoa deve estar consciente da mudança e respeitar essa transição.
Fonte: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/vigilante-da-causa-magra/jejum-inter
Por Flávia Trajano

