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Microagulhamento + Fatores de Crescimento

Associar a técnica aos melhores ativos cosméticos, na concentração certa, é fundamental para atuar com segurança e alcançar resultados mais satisfatórios

Falar de microagulhamento associado à aplicação tópica de cosméticos com fatores de crescimento é abordar uma dobradinha que deu mais do que certo na estética e que vem sendo comprovada dia a dia por meio de diversos estudos científicos. E é muito fácil entender por que essa dupla vem fazendo tanto sucesso no tratamento de diferentes alterações inestéticas, que vão de rugas e sinais de envelhecimento em geral, passando por estrias, sequelas de acne e outras cicatrizes e até estímulo de crescimento capilar.

A técnica, considerada minimamente invasiva, utiliza o rolamento de um cilindro com microagulhas sobre a pele para estimular a produção de colágeno e elastina. O procedimento, também conhecido como Terapia de Indução Percutânea de Colágeno e realizado sempre por profissionais especializados e altamente capacitados para aplicar a técnica, é percebido pela pele como sendo uma lesão, por isso provoca um processo de reparação tecidual em que é buscada a cicatrização através de vários fatores de crescimento, presentes naturalmente na fisiologia do organismo.

Como durante a reparação tecidual as células atraem esses fatores de crescimento que estimulam o aumento de fibroblastos e de novas células, responsáveis por fechar a lesão, os resultados da associação do microagulhamento com a aplicação tópica de cosméticos com fatores de crescimento favorece um trabalho mais direcionado e potencializado, com a possibilidade de resultados ainda mais satisfatórios para os clientes.

Os fibroblastos irão se diferenciar em fibras colágenas e se integrar às já existentes, agindo conforme a necessidade estética em questão, tornando o tecido mais resistente e uniforme.

Além disso, como a pele é perfurada superficialmente, criando múltiplos microcanais, é favorecida a permeação dos ativos cosméticos, possibilitando o chamado Drug Delivery (que é a entrega do princípio ativo na camada em que fará a sua ação no tratamento das alterações estéticas), aqui, no caso, potencializando a aplicação dos fatores de crescimento. Estudos mostram um aumento em até 40 vezes na absorção cosmética, com entrada de ativos em até 80% na pele. As sessões devem contar sempre com avaliação do profissional que observará as reações apresentadas em cada caso, conforme a área que está sendo tratada, tipo de alteração inestética e objetivo do tratamento.

Nos primeiros dias após o microagulhamento é comum ocorrer vermelhidão (hiperemia), que diminui com o tempo, e na sequência, descamação, não sendo necessário no entanto afastamento das atividades normais do dia a dia. O microagulhamento pode ser realizado por profissionais de saúde estética capacitados, desde que respeitado o uso de agulhas com comprimento adequado para cada caso que está sendo tratado (no máximo 0,50mm), não sendo necessário o uso de anestésico tópico. São imprescindíveis os cuidados para evitar riscos de contaminação, como o preparo do ambiente com a limpeza adequada e da pele com a antissepsia para segurança da aplicação, também a não reutilização (em hipótese alguma) do aparelho do aparelho de microagulhamento utilizado, pois seu descarte deve ser feito de imediato, por ser perfuro cortante.

Contraindicações

O microagulhamento é contraindicado na presença de lesões, verrugas, hiperqueratose solar, psoríase, herpes ou acne ativa, desordem ou infecção cutânea e propensão a queloide. Mulheres grávidas, portadores de diabetes e de outras patologias ou que estejam fazendo tratamento com anticoagulante precisam de liberação do médico. Fototipos mais altos também merecem atenção especial. Como a pele foi perfurada, rompendo sua barreira íntegra e deixando-a temporariamente exposta, existe ainda o risco de infecção, cicatriz, alergia e formação de queloide em pacientes propensos, por isso o acompanhamento de um profissional de saúde estética especializado é essencial.

FATORES DE CRESCIMENTO

Os fatores de crescimento têm função específica na pele e participam em várias etapas do ciclo celular. São considerados moléculas proteicas, produzidas pelo organismo, que se ligam a outros componentes celulares, sendo fundamentais para proteção, manutenção da integridade da pele e regulação de tecidos. Sem os fatores de crescimento, por exemplo, não ocorreriam os processos de cicatrização, por isso também é comum indicar sua aplicação para a recuperação de tecidos lesionados e em pré e pós-operatório, inclusive para se evitar intercorrências muito comuns nos pós-procedimentos.

Em medicina estética, o uso dos fatores de crescimento já é tradicional pelos profissionais da área e aparecem com frequência em produtos manipulados, direcionados para uso exclusivo do paciente para o qual foi indicado. Mas eles vêm conquistando o segmento de beleza e estética pelos resultados que proporcionam a partir de cosméticos industrializados, produzidos em maior escala e com maior abrangência de uso. Há muitos pontos positivos para a utilização dos fatores de crescimento nesse tipo de cosmético, como a facilidade de aquisição, o fato de o produto já estar pronto para o uso, ter registro na Anvisa e comprovação prévia de testes de eficácia, ou seja, com aval legal para comercialização, destacando-se pela versatilidade, segurança, praticidade e, sobretudo, resultados rápidos e surpreendentes.

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