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Casal preso após morte da filha bebê é indiciado no Sul de SC

Pai foi indiciado por feminicídio, tortura, maus-tratos, ameaça, dano ao patrimônio público, desacato e vias de fato. Já a mãe, além de omissão de socorro, vai responder por tortura e maus tratos.

Os pais da bebê de 1 ano e dois meses que morreu em Siderópolis, no Sul de Santa Catarina, foram indiciados pela Polícia Civil na quinta-feira (10). Segundo as investigações, o pai, de 24 anos, teria asfixiado a criança enquanto a mãe, de 19, omitiu o crime.

O homem foi indiciado por feminicídio, tortura, maus-tratos, ameaça, dano ao patrimônio público, desacato e vias de fato. Já a mãe, além de omissão de socorro, vai responder por tortura e maus-tratos. A polícia apurou, ainda, que os pais privavam a vítima e outro filho, 3 anos, de alimentação.

O crime ocorreu na noite de segunda-feira (7). O casal foi preso e levado ao presídio Santa Augusta de Criciúma, na mesma região. Durante o interrogatório, o pai negou o crime, mas doze pessoas ouvidas durante as investigações deram indícios do crime.

De acordo com a Polícia Civil, a criança foi levada até uma unidade de pronto atendimento do município com sinais de violência. Ela chegou sem vida no local, os pais alegaram que a filha tinha sofrido um mal súbito.

Asfixia

Inicialmente, a Polícia Civil havia suspeitado que a pai asfixiou a criança com um travesseiro. No entanto, o delegado Fernando Possamai, responsável pelo caso, informou que a mãe da vítima disse em depoimento que o pai sufocou a menina com a mão no dia do crime.

 "A mãe disse que naquele dia do crime que o pai sufocou com a mão, e não com travesseiro, sendo que ela buscou impedir e acabou sendo empurrada", contou Possamai.

Ainda segundo o delegado, o laudo pericial feito no corpo da criança comprova apenas asfixia, com sangramento nasal e escoriações de unhas na face.

Ainda conforme o delegado, o reso tinha histórico de violência doméstica, mas a mulher não registrava boletins contra ele.

O menino tem 3 anos de idade e está com a avó materna. O Conselho Tutelar da cidade acompanha a situação.

Fonte: G1-SC

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