• Sexta-feira, 23 de Abril de 2021
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César quer apuração no rombo do caixa do CIS/Amesc

Prefeito de Araranguá, César Cesa (MDB), diz que a dívida de R$ 17 milhões acumulada ao longo os últimos anos pelo CIS/Amesc “não pode ser empurrada para baixo do tapete”. César defende a tese de que todos os fatos que envolveram o acúmulo da dívida sejam apurados a fundo, com o apontamento dos responsáveis. “Esta situação é muito séria. Envolve dinheiro público com o agravante de ser dinheiro da saúde pública. Não podemos deixar o dito pelo não dito”, ressalta o prefeito araranguaense. Além de dívidas com contribuição social e fornecedores, o CIS/Amesc também vem sendo cobrado por vários médicos, que dizem ser credores da entidade. Teriam trabalhado e não recebido em determinados períodos de 2020. 

Três partidos podem receber Bolsonaro  

Presidente Jair Bolsonaro (S/P) tem dito aos mais próximos que definirá seu futuro partidário até o final deste mês. Ele quer tempo para se dedicar a nova sigla de filiação, por óbvio, para fomentar os ânimos de seus novos correligionários, com vistas ao pleito nacional do ano que vem, quando disputará a reeleição.  

Três legendas estão na mira do presidente: PP, PTB e Patriota. O PP já foi seu partido por duas décadas, entre 1994 e 2014, último ano que disputou pela legenda a Câmara Federal, depois de sete mandatos. Pouco antes da eleição presidencial de 2018, Bolsonaro também flertou com o Patriota, mas acabou optando pelo PSL para disputar a Presidência da República. A relação com o PTB também sempre foi amistosa, por conta de sua amizade com o presidente nacional da sigla, o ex-deputado Roberto Jeferson.  

A grande questão é saber se Bolsonaro irá optar por uma campanha midiática, como foi a de 2018, ou se apostará nas amarras políticas, para traçar seu projeto de reeleição. Se o objetivo foi uma campanha na base das redes sociais, como foi a primeira, não há dúvidas que o Patriota é o destino mais assertivo. No entanto, se a opção for por uma campanha tradicional, alicerçada nos velhos conchavos, o PP é o caminho ideal, por conta da capilaridade partidária da sigla em todo o país. Uma filiação no PTB, por sua vez, seria considerada uma surpresa no meio político, pela falta de densidade da legenda em nível nacional, mesmo sendo um partido tradicional.   

Faxinal está na dependência de licenças ambientais  

Motivados pelos volumosos recursos que o Governo do Estado tem liberado para a realização de obras em toda Santa Catarina, lideranças políticas de nossa região têm intermediado solicitações, junto ao governador Carlos Moisés da Silva (PSL), em prol da conclusão da pavimentação da Serra do Faxinal, em Praia Grande. De acordo com o próprio Carlos Moisés, o problema não são os recursos, mas sim a falta das licenças ambientais para que a obra possa ser retomada. Em havendo as tais licenças, os recursos seriam liberados de imediato.   

Por enquanto SC não terá lockdown de 14 dias   

Representantes dos Ministérios Públicos Estadual, Federal, do Trabalho, Tribunal de Conta do Estado e Defensorias Estaduais se reuniram ontem com o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) para reforça o pedido de lockdown no Estado por 14 dias. Carlos Moisés solicitou que fosse primeiro observado, na prática, a evolução dos casos de Covid no Estado, com base nas medidas restritivas impostas por decreto estadual, na semana passada. Caso não haja diminuição no número de casos, a possibilidade de lockdown voltará a ser discutida.    

Maioria dos deputados do PSL/SC deixarão o partido   

PSL catarinense deverá sofrer uma debandada, diante do pleito eleitoral do ano que vem. Praticamente todos os parlamentares eleitos pelo partido em 2018 já manifestaram interesse em deixar a sigla. Em 2019 os deputados federais Daniel Freitas, Caroline de Toni e Coronel Armando já haviam solicitado ao Tribunal Superior Eleitoral que aceitasse suas desfiliações, sem perda de mandato. Até hoje o TSE não se manifestou sobre o caso. No que diz respeito à Assembleia Legislativa, o deputado estadual Ricardo Alba já acertou filiação com o Democratas, o que deverá acontecer dentro da janela de transferência partidária em março de 2022. Além dele, Jessé Lopes, Felipe Estevão, Sargento Lima e Ana Campagnolo já manifestaram intensão de deixar o PSL.  

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