Uma leitura ao caso dos 17 postos de combustíveis autuados pelo Procon, em Içara
A divulgação de que nada menos do que 17 postos de combustíveis foram autuados por alguma irregularidade na medida do combustível vendido nas bombas chocou a região sul do Estado, especialmente no meio dos consumidores. Já os donos de postos, inclusive os não fiscalizados, não se surpreendem. Este tipo de medição ocorre com frequência e nem sempre a quantidade entregue está apenas abaixo do que marca na bomba. Podem ocorrer casos em que o consumidor abastece mais do que o total que abastece, embora esta tese sempre seja rechaçada à primeira avaliação.
O Procon não informa com exatidão quais são estes postos, nem as bombas e tão pouco os casos em que por ventura pode estar saindo mais gasolina do que o cobrado. Repete-se: esta possibilidade é normalmente rechaçada por quem consome a notícia, mas os donos de postos entendem que isso pode ocorrer.
A informação é que o Procon fez uma série de autuações e a cidade campeã de irregularidades no Estado foi Içara. Nenhum posto, entretanto, foi fechado ou teve bomba lacrada.
NÃO HÁ CARTEL
Outra informação desta quarta-feira é que o Ministério Público Estadual arquivou na tarde desta quarta-feira a investigação feita para apurar a existência de cartel em Criciúma. Não houve esta constatação e o processo foi dado como superado e arquivado. Enquanto isso o Procon de Criciúma havia paralisada a divulgação de um ranking que mostrava quais os postos vendiam a gasolina mais barata. Este procedimento não deve ser retomado pelo Procon, pelo menos menos não a curto prazo.
Texto: Joâo Paulo Messer