A Escola de Educação Básica Castro Alves, uma das mais antigas e tradicionais de Araranguá, está interditada e começou a receber a manutenção.
A instituição que completa 76 anos em agosto, atende 900 alunos e, em decorrência da pandemia, estava com 550 alunos no modelo presencial e o restante nas aulas remotas.
Devido às fortes chuvas que causaram estragos na região, o Castro Alves teve sua estrutura agravada e foi interditado ainda no dia 14, quando o Corpo de Bombeiros constatou problemas de comprometimento no telhado.
Antes disto, o refeitório já havia sido interditado pela instituição. Além dos estragos causados pelas fortes chuvas, os cupins também comprometeram a estrutura da escola.
Desta forma, o Castro Alves, no momento, atua de forma totalmente remota, imprimindo material de estudo para aqueles que não tem acesso à internet.
Uma verba foi liberada pela Secretaria Estadual de Educação para a manutenção da rede elétrica e da pintura da escola. Paralelo a isto, uma reforma será executada para restauração da cobertura, troca de forros entre outras, e deve durar em torno de três meses.
Reforma paliativa
O vereador Jair Anastácio, do Partido dos Trabalhadores de Araranguá e Remio Moraes de Souza, presidente da Associação de Pais e Professores – APP do Castro Alves, estiveram nesta manhã no programa Sul Notícias, exibido pela TV Sul Catarinense.
O vereador ressaltou que a reforma será apenas paliativa, quando o objetivo deveria ser uma reforma geral. Ele relata o envio de um requerimento ao Governo do Estado, solicitando que um local seja locado para o retorno das aulas presenciais dos 550 alunos que estão nesta modalidade de ensino.
Remio Moraes de Souza, da APP, relata que apesar da excelência da equipe gestora e de seu projeto pedagógico, a estrutura está longe de ser a ideal.
A luta pela reforma é bem antiga: desde 2019 a reforma do telhado é solicitada.
Por fim, o vereador pede apoio da população, órgãos públicos e entidades na sensibilização do governo do estado para a reforma completa do Castro Alves.
Fonte: Potyra Pereira