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Semana de conscientização do autismo

Estamos próximos do dia 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, e temos no município de Araranguá instituído a semana municipal de conscientização do autismo. Para promovermo a socialização, inserção no meio social e bem conviver dos autistas, suas famílias e toda a sociedade, nada melhor do que conhecer sobre o autismo. Vamos lá?

O que é o autismo?

O autismo, ou transtorno do espectro autista-TEA, é uma condição de saúde que apresenta déficits na comunicação social, seja ela como forma de socialização, comunicação verbal ou não, e também de comportamento por seus interesses restritos e movimentos repetitivos chamados de estereotipias.

Por que a cor azul representa o movimento?

Inicialmente, o diagnóstico era fechado praticamente de forma exclusiva a portadores do sexo masculino, sendo assim, optou-se por adotar a cor azul como forma representativa, entretanto, este cenário vem mudando, onde cada vez mais indivíduos do sexo feminino estão tendo seus diagnósticos fechados como portadores de TEA.

O autismo tem níveis?

Sim. Dentro das classificações possíveis de autismo, há uma gama considerável de variações e que chamamos de “Espectro”. O autismo pode apresentar desde indivíduos com déficit intelectual comprometendo a independência, até aqueles que possuem este transtorno de comportamento, mas que levam uma vida comum ou com grande habilidade.

Quais as principais características do autismo?

O autismo se apresenta de forma tão abrangente que se torna quase uma impressão digital, entretanto, algumas características são padronizadas: como a falta de interesse na interação social, o interesse por objetos pouco trivial para brincar, movimentos repetitivos como balançar ou bater as mãos, jogar o corpo para frente e para trás, não olhar nos olhos, etc. Estas características podem ou não estar presentes juntas, e mesmo diante de algumas destas características, em caso de dúvidas, procure sempre um especialista para fechar ou não o diagnóstico.

Eu acho que sei de alguém que pode ser autista, como posso ajudar?

A melhor solução sempre é o diagnóstico precoce! Aconselhe os responsáveis a procurar por ajuda com terapias como psicopedagogia, fonoaudiologia, Terapia ocupacional, neurologista, dentre outros profissionais, e ainda, procure saber se em sua região há alguma instituição especializada em autismo que atenda este publico e tire suas dúvidas.

Em nossa região temos esta instituição especializada?

De modo geral as APAEs atendem este público. Entretanto, algumas regiões possuem as AMAs, que são entidade que fazem atendimentos especializados e exclusivos aos autistas. Temos sediada em Araranguá a AMA.ESC - Associação dos Pais de Autistas do Extremo Sul Catarinense. Nossa associação não tem fins lucrativos, e visa atender gratuitamente os autistas do extremo sul catarinense.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Prefeitura de Araranguá

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