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SindArroz-SC emite nota sobre fraude fiscal após a operação Oryza 2

A segunda fase da Operação Oryza prendeu quatro pessoas em Criciúma e cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Porto Alegre.

Após a operação batizada de Oryza 2, que investigou um esquema de fraude fiscal no segmento de arroz no estado de Santa Catarina, nesta quinta-feira, 16, o Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC) emitiu uma nota nesta sexta-feita, 17.

No texto, eles se colocam a disposição para contribuir no que for necessário na investigação. “Acreditamos que quando apurados os fatos, as providências se necessárias serão tomadas de forma justa e trarão transparência, justiça e equilíbrio na concorrência da cadeia, com benefícios para toda a sociedade e toda a cadeia do Arroz”, disse a empresa.

A segunda fase da Operação Oryza foi deflagrada, sob o comando do Ministério Público dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em conjunto com o Gaecos a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) e a Receita Estadual (RE/RS), a fim de combater fraude fiscal estruturada no ramo de arroz e envolvendo os estados catarinense e gaúcho. Quatro pessoas foram presas em Criciúma, e dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Alegre.

Confira a nota da SindArroz-SC na íntegra:

Na data de 16 de dezembro de 2021, sob o comando do Ministério Público dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, foi deflagrada a operação batizada de Oryza 2, que naturalmente trouxe algumas dúvidas sobre qual seria o objeto de investigação, bem como, como a cadeia de arroz atua no estado de Santa Catarina.

A operação intitulada de Oryza 2, investiga supostas irregularidades na apuração de tributos. A investigação segue sob sigilo e responsabilidade dos órgãos competentes.

Tanto a entidade, quanto os associados, se mantém a disposição para contribuir no que for necessário, entendemos que fatos e práticas isoladas não representam a condução dos negócios de todas as indústrias participantes do SindArroz-SC e da cadeia oryzícola no estado catarinense. Acreditamos que quando apurados os fatos, as providências se necessárias serão tomadas de forma justa e trarão transparência, justiça e equilíbrio na concorrência da cadeia, com benefícios para toda a sociedade e toda a cadeia do Arroz.

Fonte: TN Sul/ Texto: Giovana Bordignon

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