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Unesc faz parte de rede internacional de pesquisa da Universidade de Barcelona

Professor da Unesc e pesquisadora da UFRGS participam dos estudos

O Laboratório de Neurologia Experimental, vinculado ao PPGCS (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde), está recebendo esta semana, a pesquisadora e doutora pelo Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Controle de Medicamentos da Universidade de Barcelona, Luciana Tallini, que desenvolve um estudo com o objetivo de estabelecer bases para o aproveitamento sustentável de recursos naturais na busca de novos princípios ativos para o tratamento de doenças neurodegenerativas.

Luciana, que faz pós-doutorado na UFRGS, é um dos pesquisadores de uma rede internacional de pesquisa da Universidade de Barcelona, da qual fazem parte instituições de Portugal e da América Latina. No Brasil, UFRGS e Unesc participam do projeto.

Até esta sexta-feira, Luciana e o professor doutor do PPGCS, Eduardo Rico, estarão unindo seus conhecimentos para avaliarem atividades neuroprotetoras de novas substâncias alcaloides extraídas de plantas da família Amaryllidaceae (amaralidáceas). No trabalho, irão utilizar o peixe-zebra, organismo considerado ideal para a varredura (screening) e identificação novas substâncias biologicamente ativas para o tratamento de doenças neurológicas.

A pesquisa faz parte de um projeto financiado pelo governo espanhol coordenado pelo professor doutor Jaume Bastida, da Universidade de Barcelona. “Meu orientador de Barcelona é referência mundial em isolamento de alcaloides nas amaralidáceas. O estudo dele aponta como as moléculas dessas plantas é. Na Espanha, quase todas as plantas dessa família foram estudadas e por isso foi estabelecido uma rede com Portugal e América Latina, onde há muitas plantas que ainda não foram estudadas”, afirma.

Além de Bastida, Luciana e Rico, o programa denominado Cyted Bifrenes, conta com a participação do professor doutor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFRGS, José Angelo Silveira Zuanazzi.

Segundo o professor da Unesc, Eduardo Pacheco Rico, a Unesc ingressou no programa por utilizar o zebrafish em pesquisas. “Para poder entender a validação cerebral das substâncias das amaralidáceas e a sua atividade biológica em doenças degenerativas, o modelo para varredura de fármacos utilizados é o zebrafish (peixe-zebra)”.

 

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