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Moda e Beleza

Não existe Jogar Fora: Consuma Consciente

Do dia 1 a 5 de junho acontece a semana do meio ambiente, não muito após o dia mundial da terra em 22 de abril. Essas datas fazem apelo à justiça ambiental na qual estamos diretamente ligados.

Há algum tempo, passei de consumista à consumidora consciente. Mas isso envolve um exercício diário, afinal, todo dia aparece um produto novo que faz despertar desejo. Hoje, o meu intuito é, passar adiante essa ideia.

Começamos por: Você já pensou que absolutamente tudo o que consumimos e produzimos vai parar em algum lugar?

Para comprar consciente devemos nos atentar a comprar roupas que foram feitas para durar mais tempo do que o usual, evitando um descarte muito rápido das peças. Para isso, é fundamental entender como o produto é feito, levando em consideração o caminho que envolve sua produção.

O produto sustentável está relacionado ao fato de gerar menor perda ambiental, por ser reciclável, mais durável, por não conter substâncias nocivas e por envolver em seu processo de produção a redução no consumo de energia. O consumidor consciente busca compreender o processo para saber se está corroborando com o prejuízo ao meio ambiente, os animais, a sociedade como um todo.

Vale acrescentar que sustentabilidade também envolve aspectos sociais, portanto, um produto sustentável soma a sua produção: geração de renda, pagamento da mão de obra de forma justa e oferecimento de condições dignas e favoráveis de trabalho.

Vamos ao primeiro passo: Repensar o consumo. Costumamos querer comprar o que foi desfilado em Paris ontem - que passou por um estudo e produção de meses -, amanhã em uma fast fashion custando menos que um hambúrguer.

O modelo de moda rápida (fast fashion) é basicamente, o que encontramos em lojas de departamento. A produção das roupas passou a ser feita de forma veloz e barata. Ganhou força na década de 1990 quando os consumidores se viram diante de encontrar nas lojas coleções novas praticamente toda semana e com o preço baixo. Contudo, essa fabricação foi transferida para os países do terceiro mundo, onde a mão de obra é mais barata e não há regularização de direitos trabalhistas e condições de trabalho. Mas essas roupas não são apenas de grandes magazines, conceituadas marcas brasileiras já estiveram envolvidas em escândalos por atribuírem mão de obra escrava no seu negócio.

Por isso é fundamental pesquisar, questionar e valorizar o produto que você compra. E mais que isso, consumir com responsabilidade e descartar com consciência.

É essencial conhecer o seu estilo e questionar se você precisa daquele produto, ao comprar uma tendência, questione se ela adentra ao seu estilo pessoal e vai perdurar por mais que uma temporada no seu armário. Desconfie de roupa barata (afinal, vimos que roupa barata, não sai tão barata assim), e valorize as marcas que você sabe fazer jus às boas causas. Nós amamos moda, mas não queremos explorar o ser humano nem o meio ambiente, e só conseguiremos fazer isso pesquisando e questionando.

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