• Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019
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Moda e Beleza

O futuro da moda é vintage

Nos últimos 10 anos, vimos as Fast Fashion crescerem absurdamente, gigantes como H&M, Zara e Forever 21 transformaram o mercado, vendendo as últimas tendências em tempo recorde e com preço baixo. Seria ótimo, caso não houvesse muita polêmica por trás disso, como a H&M que tem mais de 4.3 bilhões de dólares em roupas não vendidas, e ainda se envolveu em um escândalo de queima de roupas – sim, acredite, roupas não vendidas foram queimadas. Parece uma compra inofensiva, mas quando sabemos o entorno o negócio fica complicado. O documentário The True Cost (disponível na netflix) mostra parte da problemática envolvida nesse tipo de comércio, como a mão de obra escrava, vale assistir.

Uma vez que esses problemas chegam a conhecimento do público, logo começa a se pensar no ato de comprar e no valor (não digo só $) do produto adquirido. Por isso os consumidores millenials e da geração Z surgem com novos hábitos: comprar com propósito!

O estudo feito pela empresa ThredUp sugere que o mercado de revenda de roupas dobre de 20 bilhões para 41 bilhões até 2022, e pode responder por até 11% do guarda-roupa das pessoas. Para daqui 10 anos, a suspeita é de que a compra de segunda mão ultrapasse as compras de fast fashion.

Preconceito em comprar roupa de brechó? Não mais, o futuro é vintage, monamu. “Ah, mas peça de brechó tem energia negativa” peças oriundas de trabalho escravo têm!

O que era antes cheio de misticismo, hoje é cool. Passar pelo processo de garimpo e encontrar aquela peça que só você vai ter não é mais interessante do que tirar a peça de uma arara com mais dez iguais? E pra quem não gosta de sair do seu conforto pra fazer compra, engana-se quem pensa que precisa entrar em uma loja entulhada de quinquilharia para fazer parte do movimento, os brechós tomaram conta do meio online também.

Vou deixar minha seleção aqui:

@b.luxo, @bem_phyna e @froufrou.vintage são autênticos vintages, fazem um mix descolado com labels de luxo por bom preço. O primeiro, ainda conta com customizações autorais.

Evidenciando o consumo local, o @arco.brecho se assemelha a esses e se localiza em Criciúma, indico para quem quiser viver a experiência e respirar o vintage.

O @brechonofundinho tem produções incríveis pra quem gosta de ficar babando num feed bonito. O @ineedbrecho e o @reusebrecho tem ótimos acervos em jeans e apostam em peças que são tendência, mas claro, de segunda mão.

Se assemelhando a esses últimos, na região temos o @reshop.brecho que se localiza dentro de um container charmoso em Cricíuma, e o @beb_s.tore de Araranguá que vende online.

Vale ressaltar que a tendência é certeira quando chega ao gosto dos influenciadores, e logo o povo começa a usar! As Kardashians vivem por aí vestindo Versace e Louis Vuitton vintages, Manu Gavassi e Bruna Marquezine também são adeptas ao second hand, e até Vivi Guedes, sim, a blogueira da novela das 9. Todas seguem as sugestões dos seus stylists que como bons produtores de moda, sabem o valor que o vintage tem.

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