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Política

Amin insiste em voto eletrônico e impresso

O senador Esperidião Amin (PP) disse que irá apresentar um destaque em separado ao projeto do novo Código Eleitoral, defendendo a adoção do voto auditável nas urnas eletrônicas. A iniciativa se dará por conta do relator do projeto, senador Marcelo Castro (MDB/PI), ter rejeitado a emenda apresentada por Amin, nesta semana, que previa a implementação de mecanismos de transparência e segurança no sistema de votação no país.

Entre os pontos defendidos pelo senador estão a atualização e assinatura digital do arquivo de registro de votos, incluindo o registro de horário no arquivo original, visando garantir a segurança e a possibilidade de auditoria do processo eleitoral. Além disso, o senador propõe que a urna imprima o registro de cada voto, que será depositado automaticamente, e sem contato manual do eleitor, em um local previamente lacrado. Conforme Esperidião Amin, essa impressão do voto é fundamental, pois permite uma verificação física do sufrágio eletrônico, possibilitando a auditoria e o controle externo do processo eleitoral, especialmente em casos de dúvidas ou suspeitas de irregularidades. Para o senador, somente com a impressão do voto o sistema ganharia uma camada adicional de transparência, garantindo que o eleitor e os órgãos de fiscalização possam conferir, de forma concreta, se o voto computado na urna eletrônica corresponde ao voto que foi realmente digitado pelo eleitor.

Por fim, Amin sugere que o processo de votação não seja considerado concluído até que o eleitor confirme a correspondência entre o voto registrado eletronicamente e o registro impresso exibido pela urna. Essa confirmação, diz o senador, reforça a importância de imprimir o voto como uma medida de segurança imprescindível.

Na justificativa, Esperidião Amin reforça a importância dessa medida para sanar dúvidas e questionamentos acerca da segurança do sistema eletrônico de votação. Ele afirma que, como já vem defendendo há tempos, é fundamental garantir a possibilidade de auditar se o voto computado eletronicamente corresponde ao voto impresso, fortalecendo a transparência, integridade e autenticidade do processo eleitoral no país. Segundo o senador, a adoção do voto auditável, com a impressão do voto, é essencial para acabar com as dúvidas que ainda persistem na sociedade sobre a vulnerabilidade do sistema eletrônico de votação e para assegurar maior confiança na democracia brasileira. Assim, a impressão do voto não seria apenas uma medida de segurança, mas uma garantia de transparência e legitimidade que reforçaria a credibilidade do processo eleitoral, consolidando cada vez mais a democracia e a confiança da sociedade no sistema de votação.


Finais

Pesquisa recente, encomendada pelo Grupo de Comunicações ND e realizada pelo Instituto Neokemp, revela um sentimento de indignação entre os catarinenses quando o assunto é a possível candidatura do vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao Senado Federal por Santa Catarina, ano que vem. O levantamento, feito nos dias 3 e 4 de julho, ouviu 1.008 eleitores, de 77 municípios do Estado, e tem uma margem de erro de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado mostrou que 71% dos entrevistados acreditam que a candidatura de alguém “de fora” do Estado, como Carlos Bolsonaro, é um “desrespeito” às particularidades de Santa Catarina. Este percentual inclui tanto aqueles que discordam totalmente, quanto os que discordam parcialmente desta intenção da família Bolsonaro.

Para a maioria dos catarinenses, a presença de figuras externas à política estadual em um pleito eleitoral é vista como uma afronta às tradições de nosso Estado. Numa sociedade que historicamente valoriza a regionalidade, a pesquisa evidencia que a população de Santa Catarina prefere candidatos que tenham raízes e compromisso com a realidade catarinense, e não figuras de fora que possam representar interesses externos ou alinhamentos ideológicos distantes daqueles que os catarinenses consideram prioritários. É interessante observar que está na região de Itajaí a maior resistência ao nome de Carlos Bolsonaro, ou a qualquer outro projeto neste mesmo sentido. Mesma região de onde emanou a candidatura do senador Jorge Seif (PL) em 2022, até então um ilustre desconhecido da política estadual.

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