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Política

Andresa Ribeiro prioriza saúde, tributação e energia elétrica

Candidata a deputada estadual pelo PL de Araranguá, advogada Andresa Ribeiro diz que, se eleita, pretende se dedicar às questões ligadas a saúde pública, redução tributária e acesso energético. Conforme ela, estes temas são recorrentes nas bases da sociedade. “Hoje nós temos 140 mil pessoas esperando cirurgias em Santa Catarina. Trata-se de um descaso com a saúde pública. Nosso sistema tributário também é perverso, o que sufoca o crescimento econômico. Afora isto, temos um grande gargalo no setor industrial por conta da falta de energia elétrica de qualidade, que, se resolvido, irá gerar riqueza e renda, beneficiando toda a sociedade”, comenta. A candidata é apoiadora contumaz do presidente Jair Bolsonaro (PL), assim como trabalha pela eleição de Jorginho Mello (PL) ao governo.

MDB se encolhe, e Moisés não decola

Governador Carlos Moisés da Silva (Rep) está passando um cortado para decolar na campanha eleitoral, objetivando sua reeleição. O principal motivo desta letargia é o fato do MDB não estar abraçando, como devia, o projeto em que o próprio partido está inserido, pelo menos de forma oficial.

É claro que nada disto está acontecendo por conta do acaso. Desde 2019 Carlos Moisés cometeu uma série de erros políticos, a começar pelo fato de se afastar do bolsonarismo. Virada esta página, imaginou que pudesse trazer a reboque praticamente todos os partidos do Estado para seu lado meramente em troca de recursos. Quem bom, para quem pensa assim, que o jogo político fosse tão fácil. Se fosse, nenhum presidente de país rico perderia reeleição, ou deixaria de fazer seu sucessor. Política é muito mais que dinheiro, muito mais que convênios e transferências de recursos. Política é a arte de ampliar relações e solidificá-las. Todavia, é preciso saber para que lado esta ampliação deve rumar.

Fora do viés bolsonarista, por onde provavelmente seria reeleito ainda no primeiro turno em 2022, Moisés se aliou de forma umbilical ao MDB. Acertou ao fazer isto, todavia errou ao não ingressar no partido há pelo menos dois anos. Tivesse feito isto teria o controle da legenda, e provavelmente conseguiria recompor a tríplice aliança, trazendo a reboque o Progressistas, projeto este que só não deu certo em 2010 por obstrução pessoal de Luiz Henrique da Silveira (MDB), que tinha uma indisposição pessoal com o então deputado estadual Joares Ponticelli (PP) à época.

Se a não filiação ao MDB foi um erro, erro maior ainda foi o fato do governador ter articulado e negociado com a ala social-democrata do partido, com vistas a uma composição para este ano. Ao fazer isto ele se afastou definitivamente do voto conservador emedebista, capitaneado por figuras como Antídio Lunelli, Rogério Peninha Mendonça e Carlos Chiodini. Tivesse aceito Lunelli como seu vice, a vaga de candidato ao Senado seria ofertada ao PSDB, o que traria para seu lado políticos como Clésio Salvaro, Geovânia de Sá e Dalírio Beber.

Há uma dezena de outras situações que poderiam ser apontadas como motivos para o fato da campanha de Carlos Moisés estar tendo dificuldades de decolar. Todavia, o maior de todos os motivos foi o fato dos seus articuladores terem acertado tão pouco no que diz respeito a leitura do cenário político. Numa linguagem figurada, é como se eles tivessem errado o caminho e continuassem trilhando por ele, de forma cada vez mais afincada, como se estivessem certos. Por óbvio que caminhos podem ser redefinidos, o problema é que a campanha do governador parece não querer isto.

PP e MDB apostam em 25 mil votos para Zé Milton e Zilli

Coordenações das campanhas do deputado estadual José Milton Scheffer (PP), que tenta a reeleição, e do ex-prefeito de Turvo, Tiago Zilli (MDB), que busca uma cadeira na Assembleia Legislativa, estão mantendo a expectativa de que os respectivos candidatos cheguem à casa dos 25 mil votos aqui no Extremo Sul Catarinense. Levando-se em conta a base partidária das duas legendas, os números são plausíveis. Convém lembrar que nem o Progressistas, nem o MDB, têm candidatos a estadual no Sul do Estado que entrem, de forma escancarada, aqui no Extremo Sul. O atual cenário sugere que nem Zé Milton, nem Zilli, terão muito o que reclamar da resposta das urnas em nossa região. Todavia, é preciso garimpar pelo menos mais uns 15 mil votos fora da Amesc.

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