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Política

Araranguá tem oito candidatos nesta eleição, Sombrio tem quatro

Araranguá é o município do Extremo Sul que mais tem candidatos disputado o pleito estadual neste ano. São oito no total. Além de Jorge Boeira (PDT), que concorre ao Governo do Estado, também estão disputando a Câmara Federal Cynthia Etchandy (Rep) e Diego Pires (PDT), e disputando a Assembleia Legislativa Andressa Ribeiro (PL), Bia Borges (Novo), Emerson Rocha (DC), João Cechinel (PTB) e Marco Antônio Mota, o Motinha (Rep). Sombrio tem quatro candidatos: Jonas de Matos (Avante) disputa a Câmara Federal, e Glauter Soares (PT), José Milton Scheffer (PP) e Mirian Feijó (PDT) disputam a Assembleia. A terceira colocação cabe a Turvo, com duas candidaturas: Jefferson Cardozo (PTB) a federal e Tiago Zilli (MDB) a estadual. Por suas vezes, Santa Rosa do Sul tem uma candidatura a federal, através de Alex Bristot (PSB), a exemplo do Podemos de Maracajá, que lançou Karine da Rosa para o mesmo cargo. Já o PRTB de Balneário Gaivota está bancando o projeto a estadual de Marcelo Fontoura.

Dos 10 candidatos ao governo, 4 apoiam Bolsonaro

Presidente Jair Bolsonaro (PL) é o candidato à Presidência da República que tem a maior quantidade de candidatos ao governo de Santa Catarina o apoiando. Além do senador Jorginho Mello, que é filiado ao mesmo PL de Bolsonaro, também apoiam o presidente o governador Carlos Moisés da Silva (Rep), o senador Esperidião Amin (PP) e o ex-prefeito de Florianópolis Gean Loureiro (União). Em que pese os desentendimentos do passado, vale lembrar que o Republicanos de Carlos Moisés apoia oficialmente Bolsonaro em nível nacional. O mesmo se dá em relação ao Progressistas de Amin.

O União Brasil, de Gean Loureiro, tem candidatura à Presidência, através da senadora sulmatogrossense Soraya Thronicke. Ele, no entanto, declarou voto a Jair Bolsonaro. Esta situação levou Jorginho Mello a ingressar com processo judicial, solicitando com que Gean fosse impedido de ligar sua campanha a de Bolsonaro. A solicitação foi considerada procedente. Ainda assim, Gean continua dizendo que votará em Bolsonaro, mas não tem mais sua propaganda eleitoral ligada ao presidente. Cabe ressaltar que o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), é um dos maiores líderes bolsonaristas do Estado, e um dos principais articuladores da candidatura de Gean Loureiro.

Por sua vez, o ex-presidente Lula da Silva (PT) tem o apoio declarado de Décio Lima (PT) e de Leandro Brugnago (PCO). O PCO, em nível nacional, decidiu apoiar Lula depois de bancar três tentativas de governar o país, em 2002, 2010 e 2014. O apoio neste ano, no entanto, é informação, sem coligação oficial.

O Pros, do candidato ao governo Ralf Zimmer, por sua vez, apoia oficialmente Lula da Silva como candidato à Presidência. Ralf, no entanto, não se manifesta declaradamente a este respeito, mantendo, até mesmo, um discurso que chega a contradizer em muitos pontos o pensamento da esquerda. O fato é que o Pros catarinense sempre esteve aliado ao pensamento bolsonarista, mas em nível federal o partido se aliou ao PT, fazendo parte, de forma oficial, da coligação Brasil da Esperança, que tenta reconduzir Lula ao comando do país. Jorge Boeira (PDT), de forma natural, apoia o presidenciável Ciro Gomes (PDT), que é seu correligionário. O mesmo se dá com Odair Tramontin (Novo), que apoia Felipe D’ ávila (Novo), e com Alex Alano (PSTU), que apoia Vera Lúcia (PSTU).

MDB assume comando do Governo de SC

Governo do Estado está, oficialmente, sob comando do MDB, através do presidente da Assembleia Legislativa, e agora governador interino, Moacir Sopelsa (MDB). Sem acerto com a vice-governadora Daniela Reinehr (PL), governador Carlos Moisés da Silva (Rep) se licenciou por apenas 30 dias. A exemplo de Carlos Moisés, Daniela também pediu licença das funções de vice, pois é candidata a deputada federal. Se assumisse o comando do governo, teria sua candidatura impugnada. No dia 2 de Outubro, no entanto, termina a campanha em primeiro turno, e a vice poderia assumiu o governo. Como o governador e ela não se entendem mais, Carlos Moisés volta ao comando do Estado no dia 3 de outubro, independentemente do resultado das urnas. Por sua vez, lugar de Moacir Sopelsa, quem assumiu o comando da Assembleia Legislativa foi o primeiro vice-presidente da Casa, Maurício Eskudlark, que é filiado ao PL de Jorginho Mello, e busca a reeleição. Isso acaba evidenciado Jorginho, e o próprio Eskudlark, por óbvio, às vésperas da eleição.

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