• Sexta-feira, 17 de Setembro de 2021
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Política

Bolsonaro tende abrandar os ânimos

Em meio a um clima para lá de tenso, por conta das manifestações em torno do 7 de Setembro, presidente Jair Bolsonaro lançou nota pública, objetivando abrandar o calor dos ânimos dos últimos dias. Acompanhe a declaração: “No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer que nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no artigo 5º da Constituição Federal. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil”.

Notadamente, Bolsonaro quer a volta da estabilidade social, mas também deixa a entender que não baixará a guarda. Basicamente, joga com o princípio de que “o recado foi dado”. 

Assembleia aprova R$ 15 milhões para Rocinha

Assembleia Legislativa aprovou ontem projeto de lei que autoriza Governo do Estado a aportar R$ 15 milhões para investimento nas obras de pavimentação da Serra da Rocinha, em Timbé do Sul, que é de responsabilidade federal. O valor corresponde a 50% do que falta para que a pavimentação possa ser concluída. A partir da agora o dinheiro fica a disposição do Governo Federal para a aplicação. Vale lembrar que os outros R$ 15 milhões ainda não foram garantidos pelo Palácio do Planalto para este ano. Desde abril as obras da Rocinha estão paradas, por falta de recursos.

Carlos Moisés está de namoro com o PSD

Sem abertura no MDB, e sem fazer proposta ao Progressistas, governador Carlos Moisés da Silva tem se aproximado, e muito, do PSD, dando a entender que poderá, até mesmo, se filiar ao partido para disputar a reeleição ano que vem. Mesmo PSD que ele derrotou no segundo turno na eleição estadual de 2018. O partido, no entanto, conta em seus quadros com figuras emblemáticas da política estadual, como o ex-governador Raimundo Colombo, o atual prefeito de Chapecó, João Rodrigues, e o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes. Nenhum deles, no entanto, tem R$ 2 bilhões nos cofres para distribuir para prefeitos, vices, deputados e vereadores ao longo dos próximos 12 meses.

Nova dobradinha do PSD deverá entrar bem na região

Deputado federal Hélio Costa, que se elegeu pelo PRB, deverá migrar para o PSD, para disputar a reeleição ano que vem. Em princípio, ele deverá fazer dobradinha com o ex-deputado estadual Mário Marcondes Nascimento, que é irmão do advogado sombriense Mauri Nascimento. A dupla possui base eleitoral na Grande Florianópolis, mas tem conquistado bastante apoio no Sul do Estado, principalmente por conta dos laços já construídos por Hélio Costa ao longo de seu mandato. Muitos pessedistas natos também têm manifestado apoio ao projeto da nova dobradinha.

Tentativa de recriar coligações é barrada por Bolsonaro

Presidente Jair Bolsonaro vetou projeto de lei que permitiria aos partidos se unir, através de uma federação, para a disputa de eleições. Basicamente, o projeto tenta instituir uma espécie de associação de partidos, chamada de federação. Esta federação abrigaria um grupo de siglas, possibilitando com que elas disputassem as eleições como se fosse uma só. Trata-se de uma tentativa de trazer de volta as coligações proporcionais, só que com outro nome. O Congresso Nacional aprovou o projeto, que, no entanto, foi objeto do veto presidencial. Para que a tese da federação prevaleça, o Congresso precisa derrubar o veto de Bolsonaro.

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