• Sexta-feira, 17 de Setembro de 2021
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Política

Caminho mais curto do MDB é Carlos Moisés

Ainda que seja relativamente cedo para se avaliar o cenário eleitoral de Santa Catarina diante da eleição do ano que vem, a pesquisa Lupi & Associados, contratada e divulgada pelo Grupo ND, nesta semana, mostra algumas tendências bem interessantes que precisam ser consideradas pelo meio político catarinense com bastante seriedade.  

A primeira delas é a de crescimento do governador Carlos Moisés da Silva, que está a cata de um partido para chamar de seu. O governador lidera na maioria dos dez cenários criados pela pesquisa Lupi/ND, equiparando sua popularidade a do ex-governador Raimundo Colombo (PSD) e a do prefeito de Chapecó e comunicador João Rodrigues (PSD). A boa aceitação do atual governador demostra que enganaram-se aquele que imaginavam que ele seria sepultado politicamente com a história dos respiradores. Mesmo sem partido, sem aliados de confiança e sem entender nada de política, Carlos Moisés está na crista da onda.  

O caminho mais curto para consolidar de vez seu nome para um projeto voltado à reeleição é o MDB. Para o MDB, do mesmo modo, o caminho mais curto para voltar ao poder é Carlos Moisés. A estratégia do partido de lançar as pré-candidaturas de Celso Maldaner, Dário Berger e Antídio Lunelli não deu certo. Nenhum deles decolou e tampouco há expectativa de convergência para um nome consensual, muito pelo contrário. Cada vez mais os três irão se engalfinhar. Por conta dos fatos, só há dois caminhos: escolher entre Maldaner, Berger e Antídio, o mais rápido possível, ou fechar de vez com Carlos Moisés.  

PSD perde tempo ao apostar em Napoleão Bernardes  

A pesquisa em voga também deu um recado bem claro para o PSD catarinense: apostar em Napoleão Bernardes para a disputa governamental é perda de tempo. A sigla conta com lideranças de extrema expressão, como são Raimundo Colombo e João Rodrigues. Não há porque abrir mão de um destes dois nomes para tentar construir um projeto em torno de alguém que precisa triplicar sua aceitação para figurar entre os que têm chances de ser governador. O PSD precisa esquecer Napoleão e centrar esforços ou em Colombo, ou em João Rodrigues. A exemplo do MDB, precisa fazer isto o mais rápido possível, para construir a majoritária com aliados fortes. 

Volta da Tríplice Aliança é uma possibilidade real  

Nos bastidores da política há especulações para todos os gostos, mas uma delas é bastante recorrente, e dá conta da possibilidade de união entre MDB, PSD e PSDB, novamente, para disputar o governo, o que reeditaria a tríplice aliança. De fato, uma coligação que unissem Carlos Moisés pelo MDB ao governo, com João Rodrigues a vice, e alguém de expressão do PSDB disputando o Senado Federal colocaria de cara o grupo no segundo turno da eleição com reais chances de vitória. O grande problema é a conciliação de interesses. Há de se ressaltar, no entanto, que há conversações neste sentido, aceitas por uns, desdenhada por outros.  

Progressistas precisará repensar seu futuro no Estado  

A pesquisa Lupi & Associados também serviu para colocar o Progressistas no limbo. Enaltecido como o pré-candidato oficial do partido ao Governo do Estado, o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, não decolou. Em todos os cenários não ultrapassa a casa dos 3%. Seu projeto nasceu francamente prejudicado pela candidatura natural de Carlos Moisés à reeleição. Vale lembrar que o governador é radicado eleitoralmente em Tubarão, o que impõe uma injusta concorrência ao prefeito daquele município. Por analogia, no Sul do Estado, que é a região de onde Ponticelli deveria sair bem, quem acaba saindo bem é Carlos Moisés, obviamente, por deter o governo.  

Decreto em Sombrio determina retorno de servidores ao trabalho normal  

Prefeita de Sombrio, Gislaine Cunha (MDB), baixou decreto determinando aos servidores públicos municipais, integrantes do grupo de risco, o retorno as suas atividades presenciais após trinta dias da realização da segunda dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com o decreto, caso o servidor não queira se vacinar, o mesmo deve voltar ao trabalho imediatamente, mediante assinatura de um termo de responsabilidade. O mesmo decreto determina que caso o servidor não retorne ao trabalho presencial diante das normas estabelecidas pelo decreto, ele terá suas faltas computadas como injustificadas, o que poderá levar a demissão por justa causa.  

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