• Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2021
  1. Home
  2. Política
  3. César e Tano têm estado bastante presentes nas ruas

Política

César e Tano têm estado bastante presentes nas ruas

Primeiros 30 dias de gestão do prefeito de Araranguá, César Cesa (MDB), e de seu vice, Tano Costa (PSD), já demonstraram que a dupla não é muito afeita a gabinetes. Em que pese as obrigações administrativas, de ordem burocrática, dentro da prefeitura, o que César e Tano parecem gostar mesmo é do dia a dia nas ruas, vistoriando obras e ações, e identificando problemas a serem resolvidos. Até mesmo as pequenas coisas do dia a dia, como a limpeza do telhado de um ginásio de esportes, não passam despercebidas pelos comandantes do executivo da Cidade das Avenidas. A bem da verdade, fazia tempo que Araranguá não tinha um prefeito e um vice que colocassem a cara na rua.

 

Boeira afirma que não sairá do PP 

Ex-deputado federal Jorge Boeira (PP) afirmou que não tem a mínima intenção de sair do PP, partido pelo qual se elegeu à Câmara Federal em 2014. De acordo com ele, as especulações dando conta de sua saída são infundadas, e não possuem base de sustentação. O ex-parlamentar afirma que possui uma vasta gama de apoiadores dentro da legenda, que se espraiam da Grande Florianópolis até nossa região, o que por si só já justificariam uma nova disputa a federal pelo partido. “São prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias ligadas ao PP com quem mantenho uma estreita relação. Não haveria sentido em eu deixar a sigla para buscar abrigo em um outro partido com vistas a 2022”, ressalta Boeira. 

As especulações sobre a saída de Jorge Boeira do PP surgiram dentro da própria sigla. O famoso fogo amigo, por óbvio, busca abrir espaço para que um outro nome dispute a Câmara Federal pelo ninho progressista do Sul do Estado. Sem entrar no mérito da questão, Boeira ressalta que o PP é um partido grande, e que não vê problema em duas candidaturas a federal do partido no Sul catarinense. “Acho que isto até fortaleceria a sigla”, tangencia o ex-deputado. 

Sobre a possibilidade de disputar a majoritária ano que vem, Jorge Boeira é enfático, e afirma que o candidato do PP será o atual prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli. “A vaga é dele. Somente se ele não quiser é que outras possibilidades serão discutidas”, comenta. 

 

Ponticelli é o nome do PP para a majoritária  

A possibilidade do prefeito de Tubarão Joares Ponticelli (PP) disputar a chapa majoritária na eleição estadual do ano que vem é real. A grande questão é saber qual seria o cargo. Há muito tempo o PP sabe que não tem mais condição de bancar uma chapa pura, com governador, vice e senador. Por conta disto, o partido teria que indicar um nome para uma destas vagas, em uma composição maior, na eleição estadual do próximo ano, lembrando que em 2022 apenas um senador será eleito. Em princípio, Ponticelli é candidato a governador, mas poderia concorrer tanto a vice quanto a senador. Ressalte-se que para isto ele precisa renunciar à Prefeitura de Tubarão.  

 

Zé Milton deve focar em novo projeto a estadual  

Deputado estadual José Milton Scheffer (PP), atual líder do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, diz que provavelmente irá disputar à reeleição ano que vem. Seu projeto passaria pela disputa da presidência da Assembleia Legislativa em 2023. De acordo com Zé Milton, o cenário é favorável a este desdobramento. A liderança do governo tem aberto muitas portas dentro da própria Assembleia ao parlamentar, que hoje é um dos mais influentes deputados de Santa Catarina. Basicamente, Zé Milton demonstra que não quer trocar o que é certo, e com futuro, por aquilo que é duvidoso. O duvidoso seria uma candidatura sua a deputado federal.  

 

MDB/Novo e PSL/PL têm os maiores blocos na Assembleia 

Depois da eleição de Mauro de Nadal (MDB) para presidir a Assembleia Legislativa, o parlamento catarinense ganhou mais blocos que escola de samba. O MDB se uniu ao Novo compondo um bloco de dez deputados. PSL e PL também fizeram o mesmo, garantindo, também, dez parlamentares no seu bloco. PSD e PSC se uniram para formar um bloco com seis deputados. Já PSDB, PDT e Republicanos de um lado, e PP e PSB de outro, compuseram dois blocos distintos, com cinco deputados cada. O PT, por sua vez, não compôs com ninguém, mantendo-se isolado com quatro parlamentares. Quanto mais deputados em um partido, ou bloco, mais espaço na Mesa Diretora e nas Comissões da Assembleia.  

Em alta Próximo

Em alta

UFSC e ACIVA debatem novos projetos para Araranguá Anterior

UFSC e ACIVA debatem novos projetos para Araranguá

Inscreva-se em nossa Newsletter

Fique por dentro das nossas novidades.