Com unidades no sul de Santa Catarina, a Ostermann Medical Center integra diagnóstico, tratamento e prevenção para acompanhar o paciente ao longo de toda a sua jornada.
O avanço da obesidade e das doenças metabólicas está provocando uma transformação no setor de saúde. Em lugar de atendimentos isolados e intervenções apenas depois do aparecimento da doença, cresce mundialmente a busca por modelos capazes de identificar riscos, integrar diferentes especialidades e acompanhar a evolução do paciente ao longo do tempo.
É nesse cenário que o ecossistema Ostermann vem estruturando um novo formato de clínica, conectando saúde digestiva, obesidade, metabolismo e longevidade em uma mesma jornada assistencial.
Fundado pelo médico gastroenterologista, endoscopista e cirurgião bariátrico Rafael Ostermann, o ecossistema reúne unidades médicas no Sul de Santa Catarina, equipe multidisciplinar, exames diagnósticos, procedimentos endoscópicos, programas clínicos e tecnologias voltadas à avaliação da saúde metabólica e das reservas funcionais.
O modelo busca superar a fragmentação do cuidado. Em vez de o paciente realizar consultas, exames e tratamentos sem uma linha condutora, os dados são organizados para identificar riscos, estabelecer prioridades e construir um plano individualizado.
“O paciente não precisa apenas de mais exames. Ele precisa compreender o que esses exames revelam, quais riscos estão se formando e o que deve ser feito a partir deles. O nosso objetivo é transformar dados dispersos em uma jornada coordenada de cuidado”, afirma Rafael Ostermann, fundador do ecossistema.
UM DESAFIO DE DIMENSÃO GLOBAL
Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 1 bilhão de pessoas viviam com obesidade em 2022. Entre os adultos, 43% apresentavam excesso de peso e 16% conviviam com obesidade. A prevalência de obesidade adulta mais do que dobrou desde 1990.
As consequências ultrapassam a balança. A obesidade está relacionada ao aumento do risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, esteatose hepática, apneia do sono, problemas articulares e diferentes tipos de câncer.
A World Obesity Federation estima que o impacto econômico global do excesso de peso e da obesidade poderá ultrapassar US$ 4 trilhões anuais até 2035, caso não haja ampliação das estratégias de prevenção e tratamento.
No Brasil, o cenário também é preocupante. Dados do Vigitel mostram crescimento consistente da obesidade nas últimas décadas. Em 2023, aproximadamente um em cada quatro adultos das capitais brasileiras apresentava obesidade, enquanto o excesso de peso já atingia a maioria da população adulta pesquisada.
DA CONSULTA ISOLADA À JORNADA DE SAÚDE
O formato desenvolvido pelo Ostermann combina quatro componentes:
* avaliação estruturada de entrada;
* estratificação de riscos;
* programas multidisciplinares;
* acompanhamento e reavaliação dos resultados.
Uma das portas de entrada do modelo é o Ostermann Health Navigator, avaliação que reúne dados clínicos, composição corporal, força muscular, capacidade cardiorrespiratória estimada, mobilidade e indicadores relacionados ao envelhecimento saudável.
A partir desse mapeamento, o paciente pode ser direcionado para programas voltados à obesidade, reganho de peso, saúde intestinal, síndrome metabólica, esteatose hepática, prevenção de fragilidade e longevidade.
O ecossistema também reúne consultas especializadas, análises laboratoriais, ultrassonografia, endoscopia, colonoscopia, testes respiratórios, avaliações metabólicas e procedimentos terapêuticos. A proposta é permitir que investigação, tratamento e monitoramento estejam conectados.
“Longevidade não significa apenas acrescentar anos à vida. Significa preservar força, capacidade cardiorrespiratória, autonomia, cognição e saúde metabólica durante esses anos”, destaca Ostermann.
TECNOLOGIA SEM PERDER O CUIDADO HUMANO
A tecnologia é utilizada para organizar dados, gerar scores, comparar avaliações e apoiar a tomada de decisão. Entretanto, o grupo afirma que a interpretação clínica e o vínculo com a equipe continuam sendo centrais.
A expansão desse formato ocorre em um momento de envelhecimento acelerado da população. Segundo as projeções do IBGE, cerca de 37,8% dos brasileiros terão 60 anos ou mais em 2070.
Para o ecossistema Ostermann, o futuro das clínicas passará por modelos que não apenas tratem doenças, mas acompanhem a construção e a preservação das reservas de saúde ao longo da vida.
SOBRE O ECOSSISTEMA OSTERMANN
O ecossistema Ostermann é uma plataforma regional de saúde fundada pelo médico Rafael Ostermann. Atua nas áreas de saúde digestiva, obesidade, metabolismo e longevidade, integrando consultas médicas, equipe multidisciplinar, exames diagnósticos, procedimentos e programas estruturados de acompanhamento. O grupo possui presença no Sul de Santa Catarina e desenvolve soluções voltadas à prevenção, ao diagnóstico e à coordenação da jornada do paciente.