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Política

Eder Mattos diz que Andressa Ribeiro irá emplacar em todo o Sul

Prefeito de Meleiro, Eder Mattos (PL), diz que abraçará, de forma inconteste, a candidatura da advogada araranguaense Andressa Ribeiro (PL) à Assembleia Legislativa. De acordo com Eder, a atual pré-candidata reúne todos os requisitos para representar a contento o Extremo Sul Catarinense no parlamento estadual. “O PL de toda região da Amesc já está fechado com a Andressa e ela também deverá receber muitos apoios de lideranças da Amrec e da Amurel. Trata-se de um projeto com muitas possibilidades de êxito pelo contexto em que está inserido”, comenta o prefeito. Eder Mattos, por óbvio, aposta que Andressa irá conseguir colar sua imagem ao movimento bolsonarista, o que, supostamente, lhe diferenciaria positivamente dos demais candidatos regionais que também postulam o parlamento estadual.

Cenário ainda está totalmente aberto para 2022

O advento do bolsonarismo imprimiu no mercado eleitoral a sensação de que tudo é possível. De uma hora para outra um deputado federal do baixo clero se torna presidente de uma das maiores economias do mundo, e, no embalo, o Congresso Nacional e as Assembleias Legislativas ficam atulhadas de parlamentares sobre os quais ninguém nunca tinha ouvido falar. O resquício daquela eleição de 2018 persistiu em 2020, com centenas de prefeitos, e milhares de vereadores, tendo sido eleitos na base do whtassap.

O mercado eleitoral está bem mais acomodado neste ano, mas no inconsciente coletivo ainda persiste a ideia, à moda Rambo, de que tudo é possível. O maior símbolo deste pensamento em Santa Catarina é o governador Carlos Moisés da Silva (Rep). Eleito em 2018 via onda Bolsonaro, ele mantém a disposição de enfrentar as urnas muito mais na base da vontade do que do que do pragmatismo político. Moisés abriu mão, por exemplo, de ter 100% do MDB ao seu lado ao rechaçar o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli (MDB), como seu candidato a vice. É provável que Antídio perca a convenção do MDB no dia 23, mas, como pena para Carlos Moisés, é muito provável também que ele orquestre um grande contingente de emedebistas para outro projeto eleitoral, prejudicando francamente o governador, e podendo até mesmo tirar-lhe a reeleição.

Nesta lógica, Antídio também não soube prospectar a realidade. Falhou ao não construir um projeto mais próximo às bases do MDB. Nomeou o presidente estadual do partido, Celso Maldaner, como uma espécie de procurador, deixando de ter pessoalmente uma maior afinidade com os rincões emedebistas. Abriu mão de um princípio básico da política, que é o da não terceirização da presença.

Se observarmos de perto, esta vontade, acima da realidade, está espraiada por quase todos os demais projetos majoritários deste ano em Santa Catarina. O PL abriu mão de uma aliança com o PTB porque preferiu bancar Jorge Seif (PL) como candidato Senado Federal. Como resultado, o PTB se afastou do PL e se aproximou do Progressistas, enfraquecendo demasiadamente o projeto de Jorginho Mello (PL) ao governo catarinense. Este erro estratégico do PL colocou Esperidião Amin (PP) na estrada, como pré-candidato ao governo. Por sua vez, mesmo com seu partido estando de mala e cuia dentro do governo de Carlos Moisés, o veterano Amin não se deu por vencido, afinal de contas, se os outros podem sonhar, ele também pode.

Sonho também é o que não falta a Décio Lima (PT), que está convicto que todos os partidos de esquerda do Estado irão apoiá-lo, o que incluiria o PDT, que terá Ciro Gomes como candidato à Presidência, e o PSB, cuja cabeça de chapa à governadoria lhe foi supostamente prometida pela esquerda. Para isto, bastaria que Dário Berger saísse do MDB e se filiasse ao partido. Vê-se, neste arquétipo, uma escancara utopia por parte de Décio, e outra maior ainda por parte de Dário, que acreditou que, mesmo oriundo do antigo PFL, receberia o apoio de toda a esquerda catarinense para disputar o governo estadual.

O projeto menos forçado parece ser o de Gean Loureiro (União). Ao mesmo passa-se a impressão de que ele tem um início e um meio. Se o fim será a seu contendo, isto já é uma outra história.

Maioria dos prefeitos da região estão com Carlos Moisés

Dos 15 prefeitos de nossa região, pelo menos dez estão irmanados ao projeto de reeleição do governador Carlos Moisés da Silva (Rep). São eles, César Césa (MDB), de Araranguá, João Batista Mezzari (MDB), de Jacinto Machado, Moacir Teixeira (MDB), de São João do Sul, Paulinho Della Vechia (MDB), de Ermo, Kekinha dos Santos (PSDB), de Balneário Gaivota, Almides da Rosa (PSDB), de Santa Rosa do Sul, Fanica Machado (PP), de Praia Grande, Valmir Rodrigues (PP), de Passo de Torres, Beto Biava (PP), de Timbé do Sul, e, por óbvio, Evandro Scaini (Rep), de Balneário Arroio do Silva. Às suas vezes, Eder Mattos (PL), de Meleiro, apoiará Jorginho Mello (PL), e Aníbal Brambilla (PSD), de Maracajá, apoiará Gean Loureiro (União). Gislaine Cunha (MDB), de Sombrio, Sandro Cirimbelli (PP), de Turvo, e Kéio Olivo (PP), de Morro Grande, esperarão desdobramentos. Kéio é simpático a Moisés.

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