• Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021
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Política

Jorginho Mello anuncia Luciano Hang ao Senado

Durante série de encontros no Sul do Estado por conta do feriadão, senador Jorginho Mello (PL) afirmou que empresário Luciano Hang, dono das Lojas Havan, deverá se filiar a seu partido para concorrer ao Senado Federal. Jorginho, por sua vez, deverá concorrer ao Governo do Estado. Nestes encontros promovidos pelo PL no Sul catarinense, têm sido notório o assédio da legenda em relação a líderes filiados ao Progressistas. O ex-vice-prefeito de Morro Grande, Eduir Marcello, o Poka, por exemplo, deixou o partido e foi para o PL. Já a prefeita de Içara, Dalvania Cardoso, uma das principais líderes do Progressistas da região de Criciúma, manifestou apoio a candidatura a deputado estadual de Márcio Búrigo (PL). Notadamente, diante da possibilidade do presidente Bolsonaro migrar para o Progressistas, e da consequente candidatura de Esperidião Amin (PP) ao governo, Jorginho tem procurado minar as bases progressistas.

Carlos Moisés conversa hoje com Republicanos

Governador do Estado, Carlos Moisés da Silva (S/P), tem reunião hoje, em Brasília, com a cúpula nacional do Republicanos, para tratar de sua possível filiação ao partido. Sem filiação, o governador precisa decidir seu futuro partidário o mais rápido possível, para construir um projeto que viabilize seu projeto de reeleição. Se deixar isto para a última hora, corre o sério risco de ficar sem aliados, por conta dos acertos que vêm sendo feitos.

Por óbvio que o sonho do governador não é o Republicanos. Ele quer mesmo é ser candidato à reeleição pelo MDB, mas o partido não dá a abertura necessária para a aproximação que o governador almeja. Dentre os principais líderes do partido, o único que demonstra abertamente certa simpatia por Carlos Moisés é o ex-governador Eduardo Moreira. Alguns outros que o têm em alta conta se mantém calados. Os demais estão meramente à espera da oficialização de uma candidatura própria da sigla, ao comando do governo, para botar o bloco na rua.

Internamente, neste momento, o MDB está dividido entre o grupo do senador Dário Berger e o do prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli. Ambos são pré-candidatos ao governo catarinense. O deputado federal Celso Maldaner também se coloca como pré-candidato ao cargo, mas já é notório o seu engajamento ao projeto de Antídio.

Este conflito interno no MDB é uma faca de dois gumes para Carlos Moisés. Se por um lado a falta de entendimento o coloca como um possível candidato consensual emedebista, por outro, a queda de braços no partido pode inflamar cada vez mais os ânimos dos emedebistas, objetivando uma candidatura ao governo de um dos seus atuais líderes.

O ideal para Carlos Moisés é que ele se aproxime cada vez mais do Republicanos, colocando no partido seus principais aliados, que hoje, em maioria, ocupam cargos governamentais. Deste modo ele seguraria o partido para si. Todavia, ele não deveria se filiar a legenda, até se esgotarem as possibilidades de ser candidato ao governo pelo MDB. Se as tratativas com o MDB não derem certo, o Republicanos já estaria pronto para o embate de 2022. Se derem certo, o Republicanos seria uma aliado de primeira linha para a eleição que se aproxima.

Aliados de Carlos Moisés apostam no MDB

Os principais aliados do governador Carlos Moisés estão convictos que o MDB acabará o convidando para se filiar ao partido para disputar a reeleição. Apostam nisto por conta da virtual filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Progressistas, o que colocaria, de forma natural, o senador Esperidião Amin (PP) como candidato ao governo estadual ano que vem. Hipoteticamente, para derrubar uma dobradinha Bolsonaro presidente, Amin governador, só mesmo um partido forte com o governo nas mãos. Neste caso, o partido seria o MDB e o governo seria Carlos Moisés. 

Prefeitos dizem que Planalto está com caixa zerado

Prefeitos de nossa região que estiveram na semana passam em incursão por Brasília voltaram preocupados. Nem Ministérios, nem Secretarias Nacionais possuem recursos próprios. Todo o dinheiro do Governo Federal está nas mãos de deputados e senadores. Para ter acesso aos recursos, somente mesmo através de emendas parlamentares. Os recursos do próprio governo não existem mais. Tudo foi gasto no combate a Covid-19. Na prática, não adiante pedir uma ponte no Ministério da Integração Nacional, por exemplo. Tem que procurar um deputado e fazer o pedido diretamente a ele.

Dória, Leite e Mandetta querem unidade da terceira via

Durante sabatina ocorrida em São Paulo, governador daquele Estado, João Dória Júnior (PSDB), governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (UB), disseram concordar com a formação de um grande bloco político de centro, que alicerce uma candidatura de terceira via com vistas à Presidência da República, ano que vem. A escolha deste candidato, de acordo com os três, deveria se dar por desempenho nas pesquisas, no início do segundo semestre de 2022. É muito provável que o PSDB e o União Brasil, que é fruto da fusão do PSL com o Democratas, acabem compondo uma dobradinha para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro (S/P) e o ex-presidente Lula da Silva (PT). Pela primeira vez, na Nova República, teríamos três candidaturas fortes e ideologicamente bem distintas. Uma de direita, uma de centro e uma de esquerda.

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