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Política

PL deve lançar Adércio Velter como candidato a deputado estadual

PL regional caminha a passos largos para indicar o policial penal Adércio Veter, de Araranguá, como candidato a deputado estadual. Nas discussões internas, Adércio e a advogada araranguaense Andressa Vitorino Ribeiro têm se ressaltado como os nomes do partido para a disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa, representando o Extremo Sul Catarinense. Adércio, no entanto, tem conseguido mais adesão a seu projeto, que ainda está sob análise. É que paralelo a questão da escolha de um nome de nossa região para concorrer ao parlamento catarinense, há também os que defendam o apoio a uma candidatura da região de Criciúma ou de Tubarão. A tese da defesa de uma candidatura do Extremo Sul, todavia, tem ganhado força, e tem o apoio do senador Jorginho Mello, que é pré-candidato ao governo pelo PL. Jorginho tem ressaltado a necessidade de o PL capilarizar suas candidaturas proporcionais, de modo a aumentar a representatividade partidária. De acordo com o coordenador regional do PL, André Fernandes, a legenda deverá definir ainda neste final de semana qual caminho deverá seguir. Conforme ele, as chances de nossa região ter uma candidatura a estadual pela sigla são bastante grandes. “Estamos acertando os últimos detalhes”, comenta.

MDB começa a convencer Antídio a apoiar Moisés

Durante encontro à portas fechadas, na quarta-feira à noite, deputados estaduais do MDB e o ainda pré-candidato oficial do partido ao Governo do Estado, Antídio Lunelli, conversaram abertamente sobre o destino da legenda com vistas ao pleito eleitoral deste ano. Em princípio, Antídio deu a entender que, de fato, poderá se retirar do processo enquanto postulante ao governo catarinense, “em nome da unidade partidária”. Os deputados, no entanto, querem mantê-lo na majoritária, aonde poderia se encaixar como candidato a vice-governador, ou a senador da República. A conversa, bastante franca, teve esta conotação e até mesmo prospecção em relação a outros partidos aliados. Antídio, por exemplo, tem uma excelente relação com a cúpula do PSDB catarinense, sigla que poderia também constar dentro do projeto do governador Carlos Moisés da Silva (Rep). Tratativas neste sentido já vêm sendo tomadas, e poderiam contar com o apoio de Antídio para sua consolidação. O que os deputados emedebistas sentiram é que Antídio Lunelli não quer mais embates internos, e tampouco confronto de teses em uma convenção estadual do partido. Obviamente que ele também não quer sair desmoralizado ou fragilizado do processo. Por conta disto, seu processo de desistência tem se dado a conta-gotas.

A intenção do MDB é ter Antídio na majoritária, concorrendo como candidato a vice-governador ou a senador. Ele, no entanto, resiste a ideia, ainda que já tenha confidenciado a alguns líderes do MDB seu desejo de concorrer ao Senado. Para Carlos Moisés, no entanto, o ideal é que Antídio Lunelli concorresse como seu candidato a vice, o que seguraria seu grupo com o projeto de reeleição do governador. A liderança política de Antídio vai muito além do MDB, e se espraia principalmente junto ao meio empresarial catarinense. Mesmo meio que invariavelmente faz apostas em candidaturas liberais ou conservadoras, e quase nunca em candidaturas sociais-democratas, como é o caso da que será protagonizada por Carlos Moisés. Por conta disto, uma dobradinha composta por Carlos Moisés e Antídio Lunelli atrairia a simpatia de boa parte do empresariado do Estado.

Durante passagem ontem por nossa região, deputado estadual Luiz Fernando Vampiro (MDB), que participou do encontro de quarta-feira, disse que a fumaça branca dentro do MDB é apenas uma questão de tempo. “Tudo se encaminha para a unidade do partido em torno do projeto de reeleição de Carlos Moisés. O Antídio Lunelli tem esta compreensão e sabe que isto é o melhor para o partido”, comentou.

Décio Lima e Gelson Merísio por compor dobradinha de esquerda

Frente Democrática, grupo político formado por oito legendas de esquerda do Estado, entrou em polvorosa, ontem, diante das especulações dando conta que Décio Lima (PT) poderá concorrer ao Governo do Estado com Gelson Merísio (SD) como seu candidato a vice. Merísio disputou o governo catarinense em 2018 filiado ao PSD, em uma aliança que contou com o apoio de legendas como o ex-Democratas e o Progressistas, partidos que historicamente se opõem ao PT. No início do ano, no entanto, ele migrou para o Solidariedade, legenda que se identifica com a esquerda nacional. A possível dobradinha Décio/Merísio levará fatalmente a um racha dentro da Frente Democrática, por conta das pretensões do senador Dário Berger (PSB), que almeja disputar o governo estadual tendo o PT como seu vice. Sem espaço, Dário acabará protagonizando uma candidatura solo, ou simplesmente se retirará do processo. Paralelo a isto, há de se ressaltar que são bastante contundentes as especulações dando conta de um grande acerto de bastidores envolvendo o PT, MDB e o governador Carlos Moisés da Silva. Ciente de que não chega ao segundo turno, o PT apoiaria Carlos Moisés, em troca de apoio ao projeto presidencial de Lula da Silva (PT).

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