• Segunda-feira, 16 de Maio de 2022
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Política

Primeiro Segundo

COMUNISMO X GLOBALISMO: O MAL CONSOME A SI PRÓPRIO

Toda guerra é trágica, letal e desumana. Destrói vidas, valores, esperanças. E invariavelmente coloca todos os envolvidos de joelhos a rezar pelo fim do conflito. Não importa de que lado estejam, todos se voltam para cima neste instante. Mas como pedir a Deus que mude aquilo que o próprio arbítrio humano escolheu? Os homens são livres e fizeram suas escolhas, como não colher as consequências?

Os senhores da guerra já decidiram, traçaram seus planos e cruzaram suas linhas, porque era exatamente isto o que queriam fazer. E enquanto assim o quiserem, ninguém poderá impedi-los. Nada do que você tentar, fará alguma diferença, as intenções são elaboradas e foram meticulosamente calculadas. A guerra que todos vêem é apenas parte de estratégias ocultas.

Se analisarmos atentamente as manifestações de autoridades, personalidades e líderes internacionais, veremos que é exatamente o conflito que os senhores do mundo estão querendo atualmente.Todos falam em paz, todos a discutem e almejam o fim dos ataques, mas a verdade é que não há um só aceno verdadeiro neste sentido. Se não, vejamos.

Recentemente o mega investidor húngaro Jorge Soros escreveu artigo criticando as ações bélicas no mundo e alertando que a invasão da Ucrânia pela Rússia foi “o início de uma terceira guerra mundial, com o potencial de destruir toda a civilização”. Criticou abertamente os líderes da China e da Rússia e concluiu afirmando que ambos deveriam ser depostos imediatamente. Discurso ameaçador, intolerante, totalmente belicoso.

Autoridades como o presidente da França Emmanuel Macron e o chanceler da Alemanha Olaf Scholz tiveram uma conversa com Putim na última sexta-feira que durou mais de noventa minutos, exigindo o cessar fogo imediato. Mas na prática as suas ações foram de concordância que a OTAN envie armas para a Ucrânia. De outro lado, o presidente russo afirmou publicamente estar animado com as perspectivas positivas para um armistício, talvez motivado pelo fato do líder ucraniano Zelensky ter admitido que não quer mais integrar a OTAN. Mas nos campos de batalha as tropas russas não recuaram em nenhum momento e continuam avançando com o cerco à capital Kiev.

Muito distante de tudo a ONU condenou a invasão russa e tem reunido sistematicamente seu Conselho de Segurança, mas não dirigiu uma só palavra de crítica aos EUA sobre o envio de mísseis para as fronteiras da Ucrânia, omitindo que este tenha sido um dos principais estopins do conflito. Ou seja a ONU age de forma totalmente tendenciosa e complacente diante da beligerância norte-americana. E na prática ainda não conseguiram produzir qualquer atitude concreta para conduzir o mundo à paz.

Nem a imprensa, nem os analistas internacionais, nem os especialistas militares ocidentais ousam criticar o governo Biden e por aqui pintam a Rússia como a vilã da história. A maioria das pessoas inocentemente compra a ideia. Todas as autoridades falam que querem a paz, mas não há coerência entre discursos e ações que comprovem qualquer intenção de pacificação, nem de um lado, nem de outro. Tudo parece meio encenado, exceto, lógico, as mortes e a tragédia de milhões de refugiados em desespero, abandonando tudo o que possuem para fugir dos horrores de uma guerra inaceitável para a humanidade do século vinte e um.

O comunismo quer destruir o globalismo. Não se trata, portanto de Rússia contra Ucrânia, ou do oriente contra o ocidente. Mas sim, do mal contra o mal. Nesta luta impensável, guerra e paz, vida e morte, países e populações inteiras são apenas peças de um jogo de dominação no tabuleiro mundial. Os planos desta guerra já foram traçados. Há quem afirme que tudo faz parte de uma agenda que prevê o surgimento do grande pacificador, que será apresentado como um futuro líder único para a humanidade. Se isto for verdade, antes seria preciso um grande conflito mundial, no qual autoridades e líderes mundiais estariam no foco da atenção de toda a grande imprensa. Ao que tudo indica, este primeiro passo já foi dado.

Teorias à parte, creio no grande potencial do ser humano de transformar o mundo e a si mesmo. E acredito também nos fatos extraordinários do espírito. Como pouco podemos fazer para interferir nos rumos de nossa civilização neste momento, resta-nos dobrar os joelhos e nos juntarmos a todos aqueles que, não importa de que lado estão, oram pelo fim dos conflitos. Um novo fato de ordem superior pode surgir e simplesmente mudar tudo. É o que está ao nosso alcance: ter fé. Pode parecer pouco, mas talvez seja tudo o que a humanidade mais precisa nestes tempos tão estranhos.

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