• Segunda-feira, 20 de Abril de 2026
  1. Home
  2. Política
  3. Refis: implantação ou não?

Política

Refis: implantação ou não?

Enquanto o Governo Municipal transmite a impressão de não planejar implantar, em 2021, uma campanha para parcelamentos de débitos, alguns aliados políticos e representantes da oposição na Câmara de Vereadores pensam exatamente o contrário.

Esse tema desperta atenção na primeira sessão ordinária do ano - prevista para segunda-feira, dia 1º de fevereiro - além de constituir-se numa espécie de senha dos debates que deverão suceder-se ao longo do ano.

Na sexta-feira à tarde, em reunião feita com “portas fechadas” no gabinete do prefeito César Cesa (MDB), a cúpula do governo municipal e os vereadores do bloco de situação discutiram intensamente a possível implantação do Refis. Vários fatores foram expostos, porém não houve unanimidade. Em consequência disso, o bloco de situação, também denominado de grupo dos 7 - que já não detém a maioria na Câmara, tanto que foi derrotado nas eleições para a Mesa Diretora - vai dividido para apreciar essa matéria em plenário.

Por outro lado, o vereador reeleito, José Márcio Scarssanela, popular Márcio Tubinho (PP) ensaia apresentar proposta para que o município de Araranguá estude a possibilidade de promover um novo Programa de Refinanciamento Fiscal (Refis) para contribuintes que estão em dívida com a Prefeitura.

Enfim, a convergência de ideias está explícita! Nesse debate, o secretário de Administração, Volnei Roniel da Silva Bianchin, Rony da Silva (MDB), antecipou-se, concedendo entrevistas com manifestações contrárias ao Refis 2021. Ele entende que, ao adotar essa modalidade, o Município estaria privilegiando - por meio da oferta de parcelamento e não cobrança de juros, entre outros benefícios - os contribuintes com débitos, que assim receberiam o mesmo tratamento dos cidadãos que quitam religiosamente seus débitos em dia.

Já, aqueles que defendem a implantação do Refis 2021, compreendem que a adoção desse programa de recuperação fiscal viabilizaria, entre outras questões, o incremento na receita do Município, recuperando débitos provenientes de inadimplência com tributos. Outra justificativa é que, em algumas situações, a dívida cresce em efeito semelhante a “bola de neve”, ano após ano, dificultando a regularização. E, consequentemente, dificulta a obtenção de documentos como certidões negativas, o que inibe - ao menos na teoria - novos investimentos e contratações.

Torneio de Beach Tennis movimenta arena central no fim de semana Próximo

Torneio de Beach Tennis movimenta arena central no fim de semana

Deputados de SC escolhem nesta segunda novo presidente da Assembleia Legislativa Anterior

Deputados de SC escolhem nesta segunda novo presidente da Assembleia Legislativa

Inscreva-se em nossa Newsletter

Fique por dentro das nossas novidades.