• Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021
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Política

Ricardo Ghellere começa a colocar o bloco na rua para 2022

Candidato a prefeito de Araranguá ano passado, e de olho na Assembleia Legislativa ano que vem, advogado Ricardo Ghellere já começou a reaparecer no cenário político eleitoral. Ontem à noite ele defendeu, nas redes sociais, o voto regional, enfatizando que o Extremo Sul Catarinense teria condições de eleger pelo menos quatro deputados estaduais, mas, no entanto, conta com apenas um. Sem filiação partidária, Ricardo tem conversado bastante com a cúpula do Democratas, tanto estadual quanto regional. Num primeiro momento este deve ser seu destino partidário, com vistas ao pleito eleitoral do ano que vem.

Impeachment de Bolsonaro é mera falácia

Nunca na história desse país deputados federais e senadores tiveram tantos recursos para destinar as suas bases eleitorais. A negociação entre o Palácio do Planalto e os gabinetes no Congresso Nacional é tão grande que prefeitos de todo país simplesmente desistiram de encaminhar projetos para seus municípios via Ministérios ou Secretarias Nacionais. Este antigo expediente já é considerado até mesmo perda de tempo. Negócio é conversar direto com os parlamentares, pois, como dizem os prefeitos, “eles dão um jeito”.

Diante de um Congresso tão acariciado pelo Palácio do Planalto, só mesmo quem não entende dos meandros do poder para acreditar que o presidente sofrerá processo de impeachment. Tirá-lo do poder significaria fechar as torneiras de onde têm emanado os recursos para as prefeituras de todo o país, via deputados e senadores. Hoje a maioria do Congresso está atrelada a este joguete do ‘dinheiro para cá, apoio para lá’. Grandes partidos, como MDB, PSL, PL, PSDB e Democratas estão comendo de concha no Governo Federal, deixando totalmente sem sentido prático qualquer movimentação séria que vise a cassação do presidente.

Do mesmo modo, também já está mais do que claro que Bolsonaro não é o candidato da grande maioria dos deputados federais e senadores, a começar pelo próprio PSL, partido pelo qual ele se elegeu em 2018. Em princípio, a estratégia passa por desgastar o presidente, mas sem tirá-lo do poder diretamente, apostando, no entanto, em sua derrota diante de seu projeto de reeleição. Até lá, o negócio é sugar o máximo possível dos cofres de Brasília.

Alckmin está fora das prévias do PSDB e deve ir para o PSD

Ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não se inscreveu nas prévias do PSDB para disputar a governadoria de seu Estado ano que vem. O prazo derradeiro era ontem. Alckmin, no entanto, já disse que disputará o governo, o que só leva a crer que ele fará isto pelo PSD, partido com o qual tem conversado de forma incisiva nos últimos tempos. A ida do ex-governador para o PSD deverá acarretar em uma profunda fissura no PSDB paulista, enfraquecendo a sigla diante do processo eleitoral com vistas à presidência da República, principalmente se o candidato ao Palácio do Planalto ano que vem for o governador de São Paulo, João Dória Júnior (PSDB).

Luciano Pires se coloca a disposição para disputar a Assembleia

Vereador araranguaense Luciano Pires, do Podemos, oficializou sua disposição de concorrer à Assembleia Legislativa ano que vem. O anúncio acaba obscurecendo o projeto do ex-vereador do município, Marco Antônio Mota, de ingressar no partido com o mesmo propósito. Motinha já realizou algumas reuniões com membros da cúpula estadual do Podemos com este objetivo, mas, por ora, nem mesmo sua filiação foi confirmada. Com a disposição de Luciano, é muito provável que a legenda não abra espaço para um nome novo, já que o vereador faz parte da velha guarda de um grupo político que hoje está filiado à legenda. Em princípio, só mesmo se Luciano não quiser ser candidato a deputado estadual para que o espaço seja aberto a outro pré-candidato pelo partido em nossa região.

Dinheiro do Governo do Estado para o federal é para os catarinenses

Turma do quanto pior, melhor, tem criticado governador Carlos Moisés da Silva pelo fato dele ter destinado R$ 465 milhões para que o Governo Federal investisse em obras rodoviárias em nosso Estado. As rodovias federais contempladas com os recursos são as BRs 470, 280, 163 e 285, esta última, especificamente, em nossa região. A questão é que, em que pese o fato destas rodovias serem federais, elas estão dentro do território catarinense, e servem a população catarinense. Na BR 470, por exemplo, morrem todos os anos cerca de cem catarinenses por falta de sua duplicação. O trecho da 285, que contempla a Serra da Rocinha, em Timbé do Sul, está com suas obras paradas desde abril por falta de recursos, e corria o risco de adentrar 2022 na mesma situação, caso não dispusesse do aporte financeiro do Governo do Estado.

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