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Política

SC tem nove projetos e meio de candidaturas ao governo

Pelo menos nove projetos de candidatura ao Governo do Estado permanecem de peito aberto diante do cenário político eleitoral deste ano em Santa Catarina. O projeto mais natural é o do próprio governador Carlos Moisés da Silva (Rep), candidato à reeleição em busca de alianças. Em princípio, tudo indica que o MDB deverá estar com ele, em que pese as resistências ainda remanescentes, a as naturais dissidências que surgirão. Outros dois projetos bastante consolidados são o do senador Jorginho Mello (PL) e do ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (União). Ambos, no entanto, ainda precisam de complementos para suas majoritárias. O Progressistas poderia significar um diferencial e tanto para qualquer um deles, e, sem dúvidas, serviria como uma chancela para se chegar ao segundo turno, na medida em que a legenda se dispusesse a compor como vice. Há de se ressaltar, no entanto, que dentre os nove projetos de candidaturas ao Governo do Estado, aqui ressaltados, consta também o de Esperidião Amin (PP), cujo partido somente perde em capilaridade eleitoral em Santa Catarina para o MDB. O quinto projeto é o de Décio Lima (PT), que é candidatíssimo ao governo catarinense, com as bençãos do ex-presidente Lula da Silva (PT). Décio, no entanto, tem uma pedra no sapato chamada Dário Berger (PSB), que também pretende disputar o governo pelo mesmo viés ideológico. Postado como o sexto nome da lista, Dário tem mantido contato com emedebistas, em busca de apoio para seu projeto. Com o MDB se aproximando cada vez mais do governador Carlos Moisés da Silva, a expectativa de Dário Berger é a de que a militância de seu antigo partido acabe migrando para seu projeto, o que, eventualmente, poderia lhe garantir a presença no segundo turno da eleição estadual. Na prática, o que Dário quer é ser o candidato a governador do MDB no pleito eleitoral deste ano, mesmo estando filiado ao PSB.

Com menor densidade, há de se ressaltar, ainda, o projeto Odair Tramontin, pré-candidato ao Governo do Estado pelo Novo. Trata-se de uma candidatura irreversível, por conta da intenção do Novo de dar publicidade ao seu pensamento ideológico, francamente ligado ao liberalismo moderno. Esta sétima candidatura será bastante interessante de ser observada, pois o Novo está propondo uma nova ordem política, extremamente ligada ao pensamento empresarial, algo que nunca agradou o eleitorado latino-americano.

Além destes projetos, há ainda os nomes de Ralf Zimmer, pelo PROS, e de Carlos Werner, pelo PTB. Eles constituem o oitavo e o nono projeto focado na conquista do governo catarinense. Ressalte-se, também, a meia candidatura de Antídio Lunelli, que permanece como pré-candidato ao governo pelo MDB, ainda que dificilmente seu projeto seja levado adiante. No caso de Antídio, somente uma virada de mesa para colocá-lo de volta às luzes da ribalta.

Finais

Prefeito de Santa Rosa do Sul, Almides da Rosa (PSDB), diz que ainda não sabe qual rumo seu partido irá tomar diante do pleito estadual deste ano. Todavia, sentencia que seu posicionamento pessoal já está tomado: “Eu vou com o governador Carlos Moisés da Silva. Já disse isto para os líderes estaduais do PSDB. Se o partido estiver junto no projeto, muito melhor. Se não estiver, paciência”. De acordo com Almides, o governador inaugurou um novo modelo de gestão pública no Estado, vocacionado ao atendimento das demandas dos municípios, “como nunca se viu antes na história catarinense”. Conforme o prefeito, “a permanência do governador Carlos Moisés no comando do Estado é a garantia de que os municípios de médio e pequeno porte, como Santa Rosa do Sul, serão tratados em pé de igualdade com os demais”. Na sua visão, “não dar sequência ao mandato do governador seria uma injustiça sem tamanho, não somente com ele, mas com os próprios municípios, que, finalmente, estão tendo suas demandas atendidas”.

Ex-deputado federal Jorge Boeira (PDT) passou o dia de ontem reunido com lideranças políticas em Florianópolis, prospectando possíveis cenários para as eleições deste ano em nível estadual. Um dos líderes com quem Boeira se reuniu foi o também ex-deputado federal Mauro Mariani, que em 2018 disputou o governo catarinense pelo MDB. Neste ano Mariani já explicitou seu apoio à pré-candidatura ao governo do senador Dário Berger (PSB), que, por sua vez, almeja o apoio dos partidos de esquerda do Estado para seu projeto. Este grupo de partidos de esquerda também conta do Décio Lima (PT) como pré-candidato ao governo. De acordo com Boeira, ainda é cedo para saber se a unidade do grupo será mantida, por conta das pretensões de Dário e Décio, “mas o que não faltam são esforços para viabilizar um único projeto das esquerdas em Santa Catarina”. De sua parte, Jorge Boeira diz que seu objetivo é emplacar uma candidatura ao Senado Federal. Conforme ele, a possibilidade de disputa ao governo, ou a vice-governadoria está totalmente descartada.

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