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Política

Vice de Balneário Gaivota confirma filiação ao Republicanos

Vice-prefeito de Balneário Gaivota, Jonatã Coelho, confirmou sua filiação no Republicanos, partido do governador Carlos Moisés da Silva. Jonatã foi eleito pelo PSL, em 2020, partido que se fundiu com o Democratas, dando origem ao União Brasil. O vice-prefeito, no entanto, optou pelo Republicanos, por conta de sua ligação com o governador, e com outras lideranças do governo estadual, que migraram para o mesmo partido, dentre eles, Lucas Esmeraldino. Neste ano, Esmeraldino deverá disputar à Câmara Federal, e, neste sentido, já tem a declaração de apoio de Jonatã. O vice-prefeito, no entanto, ainda não se decidiu quanto a quem apoiará na disputa pela Assembleia Legislativa. “Esta é uma discussão que ainda está sendo amadurecida, diante dos primeiros passos que o Republicanos está dando em Balneário Gaivota”, comentou Jonatã. O pré-candidato a deputado estadual pela legenda, Marco Antônio Mota, o Motinha, mantém a expectativa de receber o apoio do vice-prefeito gaivotense.

Dilema no MDB continua grande diante de 2022

MDB catarinense parece longe de chegar a um consenso quanto a seu destino nas eleições deste ano. Basicamente, dois grupos disputam a primazia de gerir os destinos do partido: um, comandado pelo ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, que é pré-candidato oficial pela legenda ao Governo do Estado, e outro, comandado pela maioria dos deputados estaduais da sigla. Antídio, por óbvio, defende a manutenção de seu projeto. Já os deputados estaduais querem indicar o candidato a vice do governador Carlos Moisés da Silva (Rep).

O projeto de candidatura própria tem o apoio de vários caciques do MDB, a exemplo do presidente estadual do partido, Celso Maldaner, como também de Carlos Chiodini e Rogério Peninha, todos eles deputados federais. Ex-deputados federais, como Ronaldo Benedet e Edinho Bez, e ainda figuras como a viúva do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, Ivete Appel, e o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, também estão com Lunelli. Os deputados estaduais, por sua vez, têm o maciço apoio dos prefeitos e vice-prefeitos do partido, que têm recebido volumosos recursos do governo estadual. Em linhas gerais, o que difere o MDB que quer apoiar o governador Carlos Moisés, e o MDB que quer candidatura própria ao governo, é o fato de ter, ou de não ter, acesso direto aos recursos governamentais. Em política, como na vida, isto é mais antigo do que andar para frente, e não poderia ser diferente neste momento da história eleitoral catarinense.

Em princípio, Antídio Lunelli tem a primazia de disputar a eleição, já que seu nome foi referendado em uma prévia. A legislação garante sua candidatura. Todavia, ele não irá para um projeto suicida. Para se viabilizar, no entanto, ele precisa unir o MDB, e, para uni-lo, é necessário mostrar força. Esta força poderia vir de uma composição com o União Brasil e o PSD, partidos que já estão sintonizados, e que possuem o firme propósito de derrubar Carlos Moisés. A grande questão de Antídio é que, para trazer União Brasil e PSD para junto de si, ele precisa convencer o MDB a apoiá-lo integralmente. Por sua vez, para convencer o MDB a apoiá-lo integralmente, ele precisa trazer o União Brasil e PSD para junto de si.

Antídio também têm outras fichas a serem gastas, mas a lógica é sempre a mesma: para ter força, é preciso mostrar força, e, para mostrar força, é preciso ter força. Afora isto, é rezar para que Carlos Moisés não consiga liberar os recursos de convênios para prefeituras do MDB, o que poderia criar uma onda pró-Antídio dentro do partido. Sem este alinhamento de astros, Carlos Moisés passa a ter muito mais chances de emplacar suas pretensões.

PSD Mulher defende candidatura do partido ao governo

Presidente estadual do PSD Mulher, Adelina Dal Pont, que é de Timbé do Sul, não gostou nenhum pouco de o partido ter aberto mão de lançar candidato ao Governo do Estado. A sigla tem acordado apoio a candidatura governamental do ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (União), o que desagrada a Adelina, que já foi prefeita de São José em duas ocasiões. Neste ano ela deverá disputar à Assembleia Legislativa, e suas chances de eleição, por óbvio, seriam muito maiores se o PSD tivesse candidato ao governo. Na segunda-feira, 9, a cúpula estadual do PSD se reuniu para discutir o destino da legenda nesse ano. Como já sabia que a sigla descartaria a candidatura de Raimundo Colombo ao governo, e, nos bastidores, manifestaria apoio a Gean Loureiro, a ex-prefeita não participou do encontro, como forma de protesto. De acordo com ela, não adiantaria ir a um encontro para discutir um assunto que já estava decidido. “Gosto de ir a encontros políticos para discutir, para decidir. Não para enfeitar”, alfinetou.

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