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Política

Zé Milton diz que seguirá decisão do PP

Deputado estadual José Milton Scheffer (PP) tem sido constantemente questionado sobre seu posicionamento, diante da disputa majoritária deste ano. O parlamentar é o líder do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, defendendo de forma afincada a gestão do governador Carlos Moisés da Silva (Rep). Na via inversa, no entanto, seu partido tem como pré-candidato ao governo o senador Esperidião Amin. Paralelo aos fatos, o deputado João Amin, filho de Esperidião, é um dos principais críticos da gestão do atual governador.

Em meio a este cenário, Zé Milton trabalha com duas possibilidades, não necessariamente nesta ordem. Uma, voltada à busca de um entendimento entre o Progressistas e Carlos Moisés, objetivando apoiar o projeto de reeleição do governador, e outra, voltada a sustentação de um projeto que vise lançar Esperidião Amin, efetivamente, ao governo.

“A candidatura do senador Amin é forte pela sua robusta trajetória política no Estado, e coloca o Progressistas no jogo nesse momento. Todos os partidos grandes têm candidatos neste momento. Contudo, o Progressistas, através de sua executiva estadual, vem dialogando com o governador e buscando um entendimento para a atual eleição, mas ainda não temos uma definição quanto a isto”, enfatiza o parlamentar.

Em linhas gerais, o que se observa claramente é que Zé Milton nutre o desejo de que o Progressistas se alie ao projeto de reeleição do governador Carlos Moisés da Silva. Todavia, se isto não acontecer, e se a legenda bancar a candidatura de Esperidião Amin, ou buscar outro caminho, o deputado estaria junto no projeto.

Um dos principais entraves para que seja viabilizada uma união oficial entre o Progressistas e Carlos Moisés está ligado ao fato do MDB estar muito próximo do governador, podendo, até mesmo, vir a compor como seu vice. Zé Milton prefere não adiantar este assunto e tangencia. “A discussão quanto a uma aliança majoritária em que o MDB esteja inserido ainda não aconteceu dentro do Progressistas. Se vier a acontecer, isto se dará em momento oportuno, e a executiva estadual é que irá deliberar sobre o tema”, ressalta.

Colombo sai fora e facilita acerto entre PSD e Gean Loureiro

Reunido ontem, PSD estadual pôs uma pá de cal nas discussões internas e praticamente sacramentou decisão de apoiar o projeto de candidatura ao Governo do Estado do ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (União). Isto foi possível graças ao fato do ex-governador Raimundo Colombo (PSD) ter anunciado que não entraria na disputa pela governadoria. A bem da verdade, não há nenhuma surpresa neste encaminhamento. Lideranças do PSD vêm sendo as que mais batem na gestão do atual governador Carlos Moisés da Silva (Rep), o que coloca o partido automaticamente na oposição. Afora isto, claramente, Colombo tem preparado uma candidatura ao Senado, e não ao governo. Para fechar a panela, deputado estadual Júlio Garcia (PSD) e o ex-governador Jorge Bornhausen têm articulado há meses uma união entre União Brasil e PSD. O que ainda está em aberto é a possibilidade de que União e PSD convirjam para a pré-candidatura de Antídio Lunelli (MDB) ao governo. Para isto, Antídio precisa se viabilizar dentro de seu partido, e Gean não pode crescer muito, de modo a insistir em protagonizar o cenário.

Maioria dos pré-candidatos da Amesc estão muito morosos

Interessados em participar o pleito eleitoral deste ano por nossa região precisam começar a se posicionar. Por ora, o que se tem observado é muito trabalho pelos pré-candidatos à Assembleia Legislativa: José Milton Scheffer (PP), Tiago Zilli (MDB) e Marco Antônio Mota (Rep), e pouco trabalho pelos demais. No que diz respeito a candidaturas a deputado federal, por enquanto, Diego Pires (PDT) parece fazer voo solo. É muito provável que tenhamos vários outros candidatos a deputado estadual e a federal pela Amesc, mas o que se observa é muita procrastinação. Muita gente empurrando para adiante lançamentos de pré-candidaturas, e se esquivando de falar sobre o tema, mesmo sabendo que será candidato. Este tipo de atitude somente beneficia candidaturas de fora da região, que acabam entrando nas bases dos grupos políticos aqui do Extremo Sul justamente porque os projetos daqui não mostram suas caras. O lançamento de pré-candidaturas demarca território. Em não sendo levada adiante, a pré-candidatura se presta, no mínimo, a ser moeda de troca para beneficiar a região mais tarde.

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