• Sexta-feira, 23 de Abril de 2021
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Política

Zé Milton e Leodegar continuam em lados opostos

Uma semana depois de assumir o Governo do Estado de forma interina, governadora Daniela Reinehr (S/P) avançou, mas ainda não conseguiu assegurar pelo menos mais um voto dos deputados que compõe do tribunal de julgamento da CPI dos Respiradores para seu projeto de permanência no poder. Dos cinco parlamentares que compõe o tribunal, quatro votaram pela não continuação da CPI, dando a entender que na votação capital, que poderá cassar o mandato do governador Carlos Moisés da Silva (PSL), o posicionamento será o mesmo.

Dentre os votos aparentemente fiéis a Carlos Moisés está o do deputado José Milton Scheffer (PP). Uma das estratégias adotadas para tentar mudar o voto de Zé Milton foi a nomeação do ex-deputado federal Leodegar Tiscoski (PP) para ocupar a Secretária de Estado da Infraestrutura. Além de filiados ao mesmo partido, os dois são de Sombrio e amigos pessoais. Leodegar, no entanto, quer a cassação de Carlos Moisés e a permanência de Daniela como governadora. Já Zé Milton quer o arquivamento do processo de impeachment contra o governador, e seu consequente retorno a governadoria. Por enquanto, neste caso pontual, não houve evolução. Cada qual tem defendido seu ponto de vista, embora as conversas que envolvem este tema estejam apenas começando.

Em princípio, Leodegar não irá mudar sua posição, mesmo porque ocupa um cargo de confiança no governo de Daniela Reinehr. Caberia a Zé Milton dar um passo em direção ao entendimento que envolve esta delicada situação. O parlamentar, no entanto, já sentenciou que só reveria sua posição caso fosse provado, de forma contundente, o envolvimento direto do governador afastado na compra dos tais 200 respiradores, ao custo de R$ 33 milhões para os cofres públicos do Estado, sem que os mesmos nunca tenham sido entregues.

César Cesa defende cobrança da dívida do CIS/Amesc

Prefeito de Araranguá, César Cesa (MDB), defende tese de que dívida do CIS/Amesc, estimada em R$ 18 milhões, seja objeto de ação judicial, independentemente de sua quitação por parte das prefeituras. Para ele, os responsáveis, ou o responsável pela dívida milionária, têm que responder pelo prejuízo causado em decorrência da má gestão do órgão ao longo dos últimos anos. “O Brasil precisa parar de varrer a sujeira para baixo do tapete, quando o assunto é dinheiro público”, comenta o prefeito da Cidade das Avenidas.

Câmara de Araranguá terá novo vice-presidente em abril

Vice-presidência da Câmara Municipal de Vereadores de Araranguá será exercida em praticamente todo o mês de abril pelo vereador Márcio Tubinho (PP). O titular da vice-presidência é o vereador Jair Anastácio (PT), que se licenciou por trinta dias, abrindo vaga para que o primeiro suplente do PT, Ozair Banha da Silva, legisle em seu lugar pelo período. A exemplo da grande maioria das Câmaras de nossa região, em Araranguá as sessões legislativas continuam fechadas ao público, por conta dos cuidados relativos a pandemia de Covid-19. Todavia, elas podem ser acompanhadas pelo site oficial do legislativo.

Paulo Della Vechia irá investir em obras de infraestrutura

Prefeito de Ermo, Paulo Della Vechia (MDB), prevê que sua gestão será marcada pela realização de constantes obras estruturais, “em todas as áreas da municipalidade”. De acordo com o chefe do executivo, sua equipe tem trabalhado em um profundo planejamento objetivando identificar todas as demandas estruturais existentes, que serão transformadas em projetos, para conseguinte execução. Em princípio, os investimentos prioritários estarão destinados a área educacional e de vias públicas. “Mas todo o resto será contemplado”, comenta Della Vechia.

Maioria não usa máscaras na rua em Maracajá

Fiscais da Vigilância Sanitária de Maracajá foram às ruas para orientar população quanto aos perigos da Covid-19. Das dez primeiras pessoas abordadas, seis não estavam utilizando máscara. As desculpas foram as mais variadas possíveis, como sempre. Esta realidade, aliás, está espraiada pelos municípios de toda região da Amesc. Nas áreas mais centrais das cidades, a utilização de máscaras até que é respeitada. Todavia, é só ir para os bairros, e especialmente para as áreas rurais, para observar que as tais máscaras simplesmente somem. Enquanto isto, nos aproximamos dos 400 óbitos por Covid aqui no Extremo Sul.

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