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Política

Zé Milton recebe apoio de prefeitos no Vale do Itajaí

Deputado estadual José Milton Scheffer (PP) recebeu o apoio oficial de cinco prefeitos filiados a seu partido, da região do Alto Vale do Itajaí. Gervásio Maciel, de Ituporanga, José Constante, de Agrolândia, Irone Duarte, de Petrolândia, Abel da Silva, de Chapadão do Lageado e Adair Stollmeier, de José Boiteux, assumiram compromisso público de trabalhar pelo projeto de reeleição do deputado sombriense. O apoio recebido por Zé Milton é extremamente substancial. Gervásio Maciel, por exemplo, já foi deputado estadual, e possui uma forte liderança política em todo o Vale do Itajaí. Nos próximos dias Zé Milton deverá deixar a liderança do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, passando a se dedicar de forma mais presencial a sua pré-campanha, e já na sequência a sua campanha propriamente dita.

Antídio diz que não perderá convenção do MDB

Fazendo jus a sua história, MDB catarinense está mais uma vez rachado diante de uma eleição estadual. Neste ano, no entanto, não estão em jogo dois projetos do próprio partido, como no passado, onde já se digladiaram Pedro Ivo Campos e Luiz Henrique da Silveira, Paulo Afonso Vieira e Eduardo Moreira, ou Mauro Mariane e Dário Berger. As teses, agora, passam por uma candidatura própria da legenda, através da figura do ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, ou pelo apoio do MDB ao projeto de reeleição do governador Carlos Moisés da Silva, que é filiado ao Republicanos, tendo o ex-prefeito de Joinville, Udo Döehler (MDB), como seu vice. Em princípio, tudo leva a crer que o MDB convergirá para Moisés, que tem a seu lado todos os deputados estaduais e a absoluta maioria dos 98 prefeitos da legenda, além de vice-prefeitos e centenas de vereadores emedebistas. Pelo menos na fotografia, a casta do MDB está com Carlos Moisés.

Antídio Lunelli, no entanto, não se dá por vencido, e ressalta que quem de fato irá definir o vitorioso da convenção do próximo sábado são os delegados do partido, que somam mais de 80% dos convencionais. Os delegados são filiados comuns dos 295 diretórios municipais do MDB. Cada município tem pelo menos um delegado, como também há vários municípios que têm dois, três ou até mais delegados, de acordo com o número de eleitores, o que faz com que somente este grupo ultrapasse os 450 votantes na convenção. Ele também aposta suas fichas nos mais de 70 convencionais que compõe o diretório estadual, que, em princípio, está dividido em relação aos dois projetos. Vários apoiadores de Antídio, a exemplo dos deputados federais Celso Maldaner, Rogério Perninha Mendonça e Carlos Chiodini têm bastante influência junto diretório estadual emedebista, e estão trabalhando para que, dentro deste grupo, as forças fiquem no mínimo equiparadas.

De maneira estratégica, Antídio tem feito parceria com os pré-candidatos a estadual do MDB, como também com aqueles líderes políticos do partido que não têm recebido a devida atenção do governador Carlos Moisés. Vale lembrar que o governador tem feito excelentes parcerias com aqueles emedebistas que detêm mandato. Já os que não detêm mandato estão praticamente excluídos do processo. São principalmente estes “renegados” que compõe a base de apoio de Antídio. Paralelo a isto, por óbvio, Antídio também tem inflamado os brios dos emedebistas, ressaltando que “seria uma vergonha para o MDB não ter candidato ao governo, depois de ter ficado fora do segundo turno em 2018”. Em sua retórica, isto seria uma pá de cal no MDB catarinense.

Afora a questão da convenção em si, Antídio Lunelli ainda pode lançar mão de uma ação judicial, para garantir a prevalência das prévias realizadas por seu partido em fevereiro, ocasião em que ele foi proclamado como candidato a governador pelo MDB, meramente esperando a convenção estadual para ter seu nome homologado. Por conta disto, a convenção do MDB pode ter tempo normal e prorrogação. Se a questão for judicializada, sabe-se lá em que dada o MDB de fato definirá seu destino, o que poderá levar Carlos Moisés a buscar outro parceiro de afogadilho.

Jorginho Mello descarta PL ceder vice ao Progressistas

Senador Jorginho Mello (PL) voltou a afirmar que as chances de seu partido oferecer a cabeça de chapa para outra legenda, visando a disputa pelo Governo do Estado, é zero. Por óbvio, ele se refere diretamente ao Progressistas, que tem oferecido ao PL a vaga de candidato a vice, em chapa a ser encabeçada pelo senador Esperidião Amin (PP). “A eleição em 2022 em Santa Catarina será do 22, será do presidente Bolsonaro e do PL. Na política há uma lógica, e assim como os rios correm para o mar, o eleitor convergirá para os candidatos bolsonaristas em nosso Estado neste ano”, comenta o senador. Com Amin também não abre mão da cabeça de chapa na disputa majoritária, por ora a tendência é que Progressistas e PL lancem cada qual candidato ao governo.

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