Do estudo à publicação da obra: a história de “De bem com a vida”
A partir da década de 1980, Antônia Di Mattos começou a notar a forma incoerente como a sociedade se subdividia. Foi a partir daí que ela elaborou um estudo na Região Sul de Santa Catarina que durou muitos anos. Aproximadamente 400 pessoas foram entrevistas, desde garis ao Governador do Estado.
“Com o conhecimento que eu tinha de alma, de mente e de física quântica, comecei a escrever e guardar meus escritos. Até que, num certo momento, como eu realizava- e ainda realizo- muitas palestras, fui incentivada pelas pessoas a escrever um livro”, contou Antônia.
Foi assim que surgiu “De bem com a vida”, obra que está disponível no site da UAAAU Comunicação. A autora esclareceu que o laboratório do livro foi a humanidade. “Na época, achava que as coisas não estavam legais. Tinha que ter um motivo, um porquê das diferenças. Se todas as pessoas eram filhas de Deus, por que algumas tinham mais e outras tinham menos?”, questionou.
Suas vivências pessoais também foram levadas em consideração para a composição da obra. “Minha vida tinha tudo para não dar certo, mas deu muito certo. Sou uma pessoa muito abençoada. Mas, pela minha infância e tudo que aconteceu no meu passado, tinha tudo para não dar certo. Deu certo porque dentro de mim tenho um força muito grande, que as vezes até me assusta. Tenho uma motivação que me impulsiona a me refazer, reconstruir e me reinventar”, explicou.
A experiência aconteceu até o ano de 1998 e foi através dela que Antônia passou a observar tudo o que acontecia no mundo ao seu redor. Segundo ela, a vida a ensinou a ver o que está oculto, por trás das aparências físicas. “Coloquei isso tudo no livro. “De bem com a vida” mostra exatamente isso: como estar de bem com a vida? Como construir relacionamentos familiares? Como aplicar o amor na vida diária? Como ser bem sucedido? Como curar o corpo? Eu sou uma eterna aprendiz e estudiosa”, detalhou a escritora.
A obra é motivacional e atemporal. Mesmo escrita há quase 20 anos, permanece atual. “Espero que meu livro percorra gerações. Porque é um livro atemporal, não é de tendência. Graças a Deus, a espiritualidade e a vida, tenho colhido bons frutos com esse livro. Ele me abriu e continua me abrindo muitas portas. Só vale a pena ficar nesse planeta se for pra fazer o bem e esse livro é isso para mim”, contou.
Texto: Clara Floriano
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