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Coberturas de guerras: fotojornalista compartilha experiências com acadêmicos

André Liohn trabalha na área desde 2006 e já esteve presente em vários
conflitos ao redor do mundo. Bate-papo será hoje, às 19h, na Satc

Guerras fazem parte da história do mundo desde os primórdios, seja por expansão territorial, questões geopolíticas, até mesmo por amor. Mas você já pensou estar registrando esses conflitos? Esse é o tema da
palestra do fotojornalista André Liohn. O bate-papo é aberto ao público e ocorre nessa quarta-feira (13), às 19h, no auditório 2, na Satc, em Criciúma.

O profissional também vai debater sobre os desafios do mercado e trocar experiências com os acadêmicos. “Será um intercâmbio com os alunos. Vou também falar sobre o freelance e as poucas chances no campo. Quero abordar sobre o fotojornalismo, cobertura em área de conflitos, também sobre o jornalismo no Brasil, com a nova presidência que está atacando a imprensa”, explica.

André iniciou na área em 2006 e já esteve presente nas guerras da Somália, Iraque, Líbia, Quirguistão e Afeganistão. Já sobre o seu envolvimento com a cobertura de guerras, André explica que foi um processo que tomou forma. “Não tinha pensando e quando fui para a Noruega eu comecei a fotografar. Tinha um amigo jornalista na Somália e ele foi assassinado e foi isso que me levou a ter uma melhor compreensão e começou a tomar essa dimensão”, ressalta.

De acordo com Liohn, o jornalista se envolve com questões da geopolíticas, conflitos e como esses assuntos são resolvidos. “Um trabalho desse você já vai sabendo o que você vai encontrar”, acrescenta. Atualmente, o último compromisso do profissional foi sobre o rompimento da barragem em Brumadinho (MG) para o Wall Street Journal. “Eu trabalho dois meses e dois meses eu fico com a minha família. Os meus trabalhos dependem do interesse do jornal e também do meu interesse. No momento, meu intuito é ir para o Iraque e a para Venezuela, que tem pós-guerra e o início de conflitos”, frisa.

Sobre o palestrante:

O fotojornalista já lançou um livro titulado Correspondente de guerra: os perigos da profissão que se tornou alvo de terroristas e exércitos. Além de ganhar vários prêmios, inclusive sendo o primeiro sul-americano a vencer o Robert Capa Gold Medal Award, considerado o principal prêmio na fotografia de guerra.

Texto: Ana de Mattia
Foto: André Liohn

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