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Política

Jorge Boeira ao governo pode levar Zé Milton a federal

Caso ex-deputado federal Jorge Boeira migre mesmo do Progressistas para o PSB, para disputar o governo catarinense, caminho ficará escancarado para que deputado estadual José Milton Scheffer (PP) tente a Câmara Federal ano que vem. O fato é que seu partido não preparou nenhum outro nome no Sul do Estado para disputar o Congresso Nacional, já que mantinha, como mantém, a expectativa da candidatura de Boeira a um novo mandato de deputado federal. Com a excelente relação que mantém atualmente com o Governo do Estado, Zé Milton possui todos os ingredientes para postular um posto maior, que, diga-se de passagem, é sonhado por ele. Isto abriria, também, vaga para que outro nome do Progressista de nossa região disputasse a Assembleia Legislativa.

Boeira é especulado como candidato ao Governo

Especulações dando conta de uma possível candidatura ao Governo do Estado por parte do ex-deputado federal Jorge Boeira começam a circular na região. Atualmente, Boeira é filiado ao Progressistas, partido que almeja tê-lo como candidato a deputado federal ano que vem. Todavia, o projeto majoritário, para disputar o comando do governo catarinense se daria pelo PSB, sigla que é presidida pelo ex-deputado federal Cláudio Vignatti, que já foi filiado e cumpriu mandato pelo PT, a exemplo do próprio Boeira. Viria dai a ponte para viabilizar o projeto. 

Nesta semana Jorge Boeira publicou artigo na imprensa de Criciúma, através do qual fez duras críticas ao modelo de gestão do presidente Jair Bolsonaro. O ex-deputado utilizou uma retórica, e até mesmo frases inteiras, que lembram muito o discurso da esquerda nacional. É bom lembrar que o PSB nacional é velho aliado do PT e deverá apoiar o projeto do ex-presidente Lula da Silva (PT) de voltar ao comando da Nação através da eleição do ano que vem.

Em 2018, Boeira já havia manifestado o desejo de disputar o Governo do Estado pelo Progressistas. O projeto não foi levado adiante porque o partido acabou fechando aliança com o PSD, apoiando a candidatura de Gelson Merísio ao comando do Estado. A vaga de candidato ao Senado, também almejada por Jorge Boeira naquele pleito, acabou sendo direcionada a Esperidião Amin. Descontente com os encaminhamentos internos de sua legenda, Boeira, que detinha mandato de deputado federal, decidiu não disputar a reeleição.

Vale ressaltar que, além de ter sido filiado ao PT, e atualmente estar no Progressistas, Jorge Boeira já teve passagem pelo PMDB e também pelo PSD. Seu ingresso em um quinto partido para uma disputa mais relevante, portanto, não seria de todo estranho. 

Moacir Teixeira prevê R$ 10 milhões em investimentos 

Prefeito de São João do Sul, Moacir Teixeira (MDB), tem em seu gabinete projetos de obras que sugerem investimentos na casa dos R$ 10 milhões para os próximos meses. As fontes dos recursos estão ligadas a emendas parlamentares, convênios e recursos próprios. De acordo com o prefeito, os investimentos futuros estão ligados, principalmente, ao setor viário e educacional. “Estou acreditando que conseguiremos fazer um segundo mandato tão bom quanto foi o primeiro. As coisas estão muito bem encaminhadas”, comenta o chefe do executivo.

Novo líder quer comando do PP de Sombrio 

Candidato a vereador pelo Progressistas de Sombrio ano passado, Valmir Bauer está articulando nas internas no partido para assumir a presidência da legenda, por ocasião da próxima eleição para a executiva. Em princípio, já recebeu o apoio de importantes nomes da sigla, como o ex-vereador Edson Porroque, e os líderes Valmir Borteon e Antônio Máximo. Atualmente, o Progressistas é presidido por Daison Scheffer Cardoso, primo-irmão do deputado estadual José Milton Scheffer (PP). De acordo com Bauer, em que pese o bom trabalho que vem sendo desenvolvido pela legenda, “é preciso renovar o comando para reoxigenar as bases progressistas”.

Bolsonaro coloca culpa pela facada, por tabela, no PT

Presidente Jair Bolsonaro foi hospitalizado ontem para tratar de uma obstrução intestinal, num primeiro momento, oriunda de sequelas causadas pela facada que levou durante a campanha eleitoral de 2018. Pela primeira vez, Bolsonaro afirmou textualmente que aquele atentado teve motivação político-partidária. Nas redes sociais, pouco antes de ser internado, o presidente sentenciou: “Mais um desafio, consequência da tentativa de assassinato promovida por um antigo filiado do PSOL, braço esquerdo do PT, para impedir a vitória de milhões de brasileiros que queriam mudanças para o Brasil. Um atentado cruel não só contra mim, mas contra a nossa democracia”. Por tabela, colocou a facada na conta de Lula.

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