• Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021
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Política

Prefeitos de Santa Rosa e Praia Grande buscam recursos em Brasília

Prefeito de Santa Rosa do Sul, Almides da Rosa (PSDB), seu vice, Pedro Dávila (MDB), e o de Praia Grande, Fanica Machado (PP), assim como seu vice, Rodrigo Mariane (PSDB), estão em Brasília cumprindo uma série de compromissos junto a gabinetes de deputados federais e de outros órgãos públicos. Alguns vereadores e agentes públicos dos dois municípios também estão acompanhando os chefes dos executivos. Basicamente, os dois grupos estão se dedicando a solicitar emendas parlamentares a deputados, como também a encaminhar ou destravar demandas junto a secretarias nacionais e autarquias. Por ora, tanto Almides quanto Fanica têm dito que o resultado tem sido bastante proveitoso.

Bolsonaro já admite filiação ao Progressistas

Presidente Jair Bolsonaro já começou a admitir a possibilidade de se filiar ao Progressistas para disputar à reeleição ano que vem. A articulação com este objetivo tem sido feita pelo ministro da Casa Civil, senador Ciro Nogueira, que é presidente licenciado da legenda. Num primeiro momento, Bolsonaro teria exigido apenas a indicação pessoal de candidatos ao Senado Federal em alguns Estados para oficializar seu ingresso no partido. Trata-se da mesma exigência já feita por ele a outros partidos que tem interesse em sua filiação. A conversa com o Progressistas, no entanto, tem evoluído bastante. O presidente em exercício do partido, André Fufuca (MA), chegou a declarar ontem que “a filiação do presidente já está 90% acertada, faltando apenas alguns detalhes para ser anunciada”.

Os detalhes, no entanto, não são tão pequenos assim. No Nordeste, líderes do partido têm franca rejeição ao nome do presidente por conta da proximidade da legenda com o ex-presidente Lula da Silva (PT). O comando do partido, no entanto, tem dito que não admitirá insubordinação, caso Bolsonado confirme sua filiação, e os descontentes serão convidados a se retirar da sigla.

O fato é que independentemente da reeleição, ou não, do presidente Jair Bolsonaro, qualquer partido que conte com sua filiação elegerá uma das maiores bancadas tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, passando a atuar diretamente nas decisões do país nos quatro anos seguintes à 2022. Caso Bolsonaro se reeleja, então, seria a glória. Não à toa ele tem recebido insistentes convides de várias legendas identificadas com o pensamento conversador e liberal. O Progressistas, através de suas diversas nomenclaturas ao longo dos anos, no entanto, leva a vantagem de ter sido o partido do presidente por mais de 20 anos. É onde ele se sente em casa, e onde estão aqueles que ele mais confia na política, por óbvio, pela convivência.

Filiação de Bolsonaro ao PP cria situação embaraçosa em SC

Possível filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Progressistas criará uma situação para lá de embaraçosa em Santa Catarina. Por ora, o partido tem como pré-candidatos ao Governo do Estado o ex-deputado federal Jorge Boeira e o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli. A filiação de Bolsonaro a legenda, no entanto, muda o jogo, e deverá tirar o senador Esperidião Amin do banco de reservar. É muito provável que Amim reavalie a decisão de não disputar o governo e busque viabilizar sua candidatura, o que não é nada difícil. Se o caminho do senador for este, os desdobramentos que se seguirão serão incomensuráveis. O primeiro de ordem interna, com todos os olhares voltados para Jorge Boeira, que poderia postular outro cargo pelo partido, um simplesmente pular fora, para disputar o governo por outra legenda.

Dobradinha com Jorginho Mello em SC ficaria prejudicada

Com Jair Bolsonaro no Progressistas, situação do senador Jorginho Mello (PL) também ficaria bastante complicada. Em princípio, ele é o candidato a governador de Santa Catarina que receberia o apoio do presidente, com possibilidade até mesmo da composição de uma dobradinha oficial. O problema é que, fatalmente, o Progressistas não deixará passar em branco a oportunidade de lançar um candidato próprio ao Governo do Estado, de modo a fazer dobradinha com Bolsonaro, o que colocaria Jorginho como segunda opção de voto dos bolsonaristas catarinenses. Situação seria para lá estranha, já que Jorginho mantém uma relação muito mais estreita com o presidente do que qualquer outro líder político do Estado, o que inclui Amin.

Vaga de candidato ao Senado poderia ser bancada por Boeira

Caso Jair Bolsonaro concorra à reeleição pelo Progressistas, e Esperidião Amin se decida por disputar o governo pela legenda, de modo a colher para si a simpatia que os catarinenses nutrem pelo presidente, a bola fica picando para que Jorge Boeira dispute o Senado Federal pela sigla. Mesmo tendo se declarado pré-candidato ao Governo do Estado, Boeira sempre deixou claro que aceitaria disputar outra vaga majoritária, o que inclui uma candidatura ao Senado ou a vice governadoria. Uma dobradinha estadual que tivesse Bolsonaro para presidente e Amin para governador, já seria meio caminho andado para qualquer candidato a senador pelo Progressistas. Problema de Boeira é que não faltarão aqueles que também postulem esta vaga, por conta dos ventos favoráveis que a acompanharia.

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