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Estudantes de Nutrição da Unesc realizam levantamento sobre segurança alimentar e nutricional em Criciúma

A população de Criciúma passa por um momento de segurança ou insegurança alimentar e nutricional? A resposta a este e a outros questionamentos relacionados à alimentação dos moradores do município serão dadas por uma pesquisa realizada pelo curso de Nutrição da Unesc. O estudo “Perfil de Segurança Alimentar e Nutricional em Usuários Adultos do Sistema Único de Saúde de um Município Polo de Santa Catarina”, desenvolvido para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do estudante Filipe Fernandes Gabriel, orientado pela professora Rita Suselaine Vieira Ribeiro, pretende levantar dados que possam contribuir com a tomada de decisão de gestores de saúde do município.

A coleta de dados ocorrerá até o fim do mês de março, sempre de segunda a sexta-feira, na Praça Nereu Ramos e os estudantes estarão com jaleco ou camiseta que identifique ligação ao curso de Nutrição da Unesc.

No local, os acadêmicos irão aplicar um questionário e verificar o peso e a altura dos voluntários. A orientadora do TCC explica que as pessoas que participarem da pesquisa não terão a identidade revelada e assinarão um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo que a qualquer momento da entrevista, poderão desistir da participação. “A pesquisa tem como objetivos verificar o estado nutricional, avaliar a situação de segurança/ insegurança alimentar e nutricional, verificar os hábitos alimentares e a escolaridade dos entrevistados”, conta.

O que é segurança alimentar

O conceito de segurança alimentar e nutricional nasceu na década de 70 e em 1996 foi definido pela Conferência Mundial da Alimentação, em Roma, que ela ocorre quando as pessoas têm acesso físico, social e econômico permanente a alimentos seguros, nutritivos e em quantidade suficiente para satisfazer suas necessidades nutricionais e preferências alimentares, dando a possibilidade de se ter uma vida ativa e saudável.

Conforme o Relatório da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2019 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo têm algum nível de insegurança alimentar e nutricional.

Vivência fez estudante se interessar pelo assunto

O estudante Filipe Fernandes Gabriel, da sétima fase de Nutrição na Unesc, conta que a escolha do tema partiu da experiência que teve em participar dos Conselhos Municipais e Estaduais de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e projetos de extensão e pesquisa envolvendo a saúde pública. “Entender o perfil de SAN é algo complexo, pois envolve diversos vieses, desde acesso à saúde, nível de escolaridade e perfil socioeconômico, para podermos chegar a um diagnóstico de segurança ou insegurança alimentar e nutricional. Ainda não há resultados preliminares, mas os estudos nacionais apontam um aumento expressivo de insegurança alimentar e nutricional, potencializada pela pandemia”, afirma o acadêmico.

Após a conclusão da fase inicial da pesquisa, os dados serão tabulados e analisados, para gerar estatísticas. Segundo Fernandes, o objetivo é publicar a pesquisa e encaminhar o documento para a Secretaria Municipal de Saúde de Criciúma, para colaborar com os gestores públicos na definição de ações com foco na soberania e segurança alimentar e nutricional dos criciumenses.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Unesc

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