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Golpistas que se passavam por instituição financeira em SC são alvo de operação em São Paulo

Investigações apuraram que os suspeitos teriam criado falsos sites de instituições financeiras e simulado a contratação de empréstimos com cobrança de taxas para efetivação.

Um grupo de golpistas que se passava por uma instituição bancária e oferecia empréstimos através de um site na internet é alvo de uma operação da Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais). Eles cobravam taxas antecipadas e fizeram 12 vítimas no Estado.

A ação que visa o combate de crimes virtuais foi deflagrada nesta quinta-feira (2) e resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em São Paulo (SP).

As investigações começaram após um representante do banco pelo qual os criminosos se identificavam entrar em contato com a Polícia Civil. Foram, então, identificados boletins de ocorrência registrados pelas vítimas do golpe.

As investigações apuraram que os suspeitos teriam criado falsos sites de instituições financeiras e simulado a contratação de empréstimos com a cobrança de taxas para efetivação. O grupo aplicava o golpe há cerca de um ano e, além de Santa Catarina, eles também lesaram pessoas em  outros estados.

Durante a operação na Capital paulista, que também contou com o apoio da Delegacia de Combate à Corrupção de Santa Catarina e da Divisão de Crimes Cibernéticos de São Paulo, foram apreendidos, entre outros itens, computadores, celulares, uma quantia no valor de R$ 2 mil, dois veículos e dois pés de maconha.

Apesar disso, após as buscas nos endereços, as pessoas foram ouvidas e liberadas. “As investigações se baseiam pelo acesso de protocolos de internet, e não necessariamente o titular da conexão é a pessoa que pratica o crime. Por isso a necessidade da busca no local”, afirmou o delegado Luís Felipe Rosado, responsável pelo caso.

Os dispositivos eletrônicos foram encaminhados ao IGP (Instituto Geral de Perícias) catarinense. As investigações continuam para identificar todos os integrantes do grupo criminoso.

Fonte: ndmais

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