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Hefesto: pai e filha são denunciados por venda de produtos ilegais

O Ministério Público de Santa Catarina denunciou nesta terça-feira, 26, mais dois investigados da Operação Hefesto. Tratam-se de G. da L., 39 anos, e O. da L, 66 anos. A denúncia trata de crime de venda de produto veterinário falsificado.

A investigação Hefesto foi iniciada efetivamente por inquérito instaurado em 31 de agosto de 2020, visando apurar vários crimes que poderiam estar sendo praticados: Tráfico de Drogas, receptação, furto de gado, crime ambiental, venda de armas, venda de produto veterinário falsificado, venda de produto impróprio para o consumo e organização criminosa. A partir de maio de 2021 as investigações foram intensificadas, sendo que em 16 de abril foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e um de prisão.

A partir daí ela se desdobrou em inquéritos, sendo um referente aos crimes de venda de produto impróprio para o consumo, crime ambiental e organização criminosa, com nove investigados denunciados, instaurado em 16 de setembro de 2021, cujos dois investigados foram presos no dia 16 e outros sete na segunda fase da Operação Hefesto. Há também um IP de lavagem de dinheiro, instaurado em 17 de setembro de 2021, em fase de quebra de sigilos bancários e um quarto de usura pecuniária, instaurado em 22 de setembro em fase de conclusão.

Um inquérito instaurado em 2019 (da fase pré-Operação Hefesto, um dos embriões de toda a investigação), que foi concluído em 01 de junho de 2021 e referente a depósito para venda de medicamentos falsificados da marca registrada Borgal, deu causa a denúncia pelo Ministério Público Estado em 15 de outubro de 2021, através da Dra. Juliana Ranthum Frasson por crimes previstos como receptação qualificada (pena de três a oito anos de reclusão e multa), crime contra o consumidor por vender, ter em depósito para vender ou expor à venda ou, de qualquer forma, entregar matéria-prima ou mercadoria, em condições impróprias ao consumo (02 a 05 anos de detenção ou multa) e crime de fraude em comércio por enganar, no exercício de atividade comercial, o adquirente ou consumidor vendendo, como verdadeira ou perfeita, mercadoria falsificada ou deteriorada (01 a 05 anos de reclusão e multa).

Ao todo, na órbita da Operação Hefesto, há cinco inquéritos policiais, instaurados de 2019 a 2021. Dos cinco, dois já têm denúncia formalizada pelo MP. Os resultados das investigações são uma atuação em conjunto do MP e da PC de Santa Catarina.

Fonte: TNSUL

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