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Política

Gislaine Cunha paga primeira parcela do 13º

Prefeita de Sombrio, Gislaine Cunha (MDB), pagou na última sexta-feira a primeira metade do 13º salário dos servidores públicos municipais, de todos os setores da municipalidade. De acordo com ela, o montante pago ultrapassa R$ 1,9 milhão, que já está circulando na economia local. O controle rigoroso das contas públicas do executivo municipal possibilitou o pagamento da primeira parcela sem nenhum desconto, o que será feito apenas mediante o pagamento da segunda parcela, em dezembro. “Trata-se de um recurso que colabora com o fomento econômico em nosso comércio, ajudando a aquecer as vendas, gerando emprego e renda”, comenta a prefeita.

Prováveis chapas já começam a se formar em SC

O cenário eleitoral em Santa Catarina ainda está totalmente aberto, mas os indicativos já desenham algumas composições. Pelo que está posto neste momento, nosso Estado deverá contar com pelo menos sete candidaturas ao governo, a grande maioria patrocinada por grupos políticos. Em princípio, o governador Carlos Moisés da Silva (Rep) deverá concorrer com o MDB sendo seu vice, e com o partido também ocupando a vaga de candidato ao Senado. Para estas duas vagas destinadas ao MDB, há um rosário de pré-candidatos. Os nomes mais cotados para vice são o do ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, e do ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler. São citados, também, como candidatos a vice de Carlos Moisés os deputados estaduais emedebistas Moacir Sopelsa, Valdir Cobalchini e Mauro de Nadal. Para a disputa ao Senado, Antídio também é lembrado, assim como os deputados federais Carlos Chiodini, Rogério Peninha Mendonça, Celso Maldaner e o ex-deputado federal Edinho Bez.

Outro grupo político bastante consolidado é o que está sendo encabeçado pelo ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (União), que deve disputar o governo estadual tendo o ex-secretário da Casa Civil, Eron Giordani (PSD) como seu candidato a vice. A dupla contará com o reforço do ex-governador Raimundo Colombo (PSD) disputando o Senado.

No Progressistas, o senador Esperidião Amin voltou a ribalta, propondo candidatura própria. Ele sabe que o partido está muito próximo do governador Carlos Moisés, mas também sabe que a legenda considera indigesta uma união com o MDB em nível estadual. Em princípio, Amin tem uma conversa bastante encaminhada com o PSDB, que poderá indicar o ex-senador Dalírio Beber como seu candidato a vice. O deputado estadual e presidente do PTB catarinense, Kennedy Nunes, se encaixaria como candidato a senador nesta majoritária.

O senador Jorginho Mello (PL), por sua vez, ainda tenta consolidar seu projeto ao Governo do Estado. Tudo estava se encaminhando muito bem, com reais chances de o Progressistas compor como seu vice, até o presidente Jair Bolsonaro (PL) bancar o lançamento da candidatura do ex-Secretário Nacional da Pesca, Jorge Seif (PL), ao Senado Federal. Com isto, o PTB de Kennedy Nunes se afastou de Jorginho, abrindo a oportunidade que Esperidião Amin precisava para lançar um novo projeto majoritário no Estado. Jorginho carece de aliança, mas, independentemente de aliados, bancará sua candidatura ao governo, com o argumento de que será o candidato oficial do presidente Bolsonaro em Santa Catarina.

Já entre os partidos de esquerda, o racha na Frente Democrática é cada vez mais evidente, e, neste momento, tudo se encaminha para que Décio Lima (PT) concorra ao governo, tendo Gelson Merísio (SD) como seu candidato a vice, e Afrânio Boppré (Psol) concorrendo ao Senado. Paralelo a este projeto, Dário Berger (PSB) deverá concorrer ao governo, tendo Fernando Coruja (PDT) como seu candidato a vice, e Jorge Boeira (PDT) disputando o Senado.

Santa Catarina deverá contar ainda com a candidatura de Odair Tramontin, disputando o governo pelo Novo. A legenda não é afeita a alianças, e outros nomes do partido deverão ser indicados para compor as vagas de vice e de senador. A mesma linha deverá ser adotada pelo PROS, que, por ora, mantém a pré-candidatura ao governo de Ralf Zimmer. O PTB, que havia lançado previamente a candidatura de Carlos Werner ao governo já tem ela praticamente descartada, com os esforços do partido sendo direcionador para uma aliança com o Progressistas e o PSDB. Afora isto, agora é esperar o posicionamento oficial de Antídio Lunelli (MDB) em relação a sua ainda pré-candidatura ao governo. Ontem ele recebeu carta branca da bancada federal do partido para levar seu projeto adiante, seja ele qual for.

Antídio deve anunciar sua decisão no próximo dia 20

No encontro de ontem promovido entre Antídio Lunelli, e os deputados federais Celso Maldaner, Rogério Peninha Mendonça e Carlos Chiodini, como também com o ex-deputado federal Edinho Bez, ficou bastante claro que o alto clero emedebista estaria, ainda, disposto a bancar um projeto autoral do partido. Foi dito claramente a Antídio que, caso ele queira, serão nutridos esforços, junto ao MDB Nacional, para garantir a prevalência da prévia emedebista, realizada em dezembro, que homologou seu nome ao governo. Antídio, no entanto, já não demonstrou o vigor de antes, demonstrando estar mais propenso a buscar a paz do que o embate dentro do MDB. Em princípio, deixou a entender que quer disputar o Senado. A decisão definitiva, no entanto, deve ser anunciada apenas no próximo dia 20.

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